Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

A porcaria da extrema-esquerda


Que mais nos pode acontecer

Rui Costa vai arbitrar Nacional-FC Porto


As notícias na televisão

Os directos excitantes, sem matéria de excitação, são a jóia de qualquer serviço. Por tudo e nada, sai um directo

É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática. A preguiça é virtude. O tosco é arte. A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno. A submissão ao poder e aos partidos é democracia. A falta de cultura e de inteligência é isenção profissional.

Os serviços de notícias de uma hora ou hora e meia, às vezes duas, quase únicos no mundo, são assim porque não se pode gastar dinheiro, não se quer ou não sabe trabalhar na redacção, porque não há quem estude nem quem pense. Os alinhamentos são idênticos de canal para canal. Quem marca a agenda dos noticiários são os partidos, os ministros e os treinadores de futebol. Quem estabelece os horários são as conferências de imprensa, as inaugurações, as visitas de ministros e os jogadores de futebol.

Os directos excitantes, sem matéria de excitação, são a jóia de qualquer serviço. Por tudo e nada, sai um directo. Figurão no aeroporto, comboio atrasado, treinador de futebol maldisposto, incêndio numa floresta, assassinato de criança e acidente com camião: sai um directo, com jornalista aprendiz a falar como se estivesse no meio da guerra civil, a fim de dar emoção e fazer humano.

Jornalistas em directo gaguejam palavreado sobre qualquer assunto: importante e humano é o directo, não editado, não pensado, não trabalhado, inculto, mal dito, mal soletrado, mal organizado, inútil, vago e vazio, mas sempre dito de um só fôlego para dar emoção! Repetem-se quilómetros de filme e horas de conversa tosca sobre incêndios de florestas e futebol. É o reino da preguiça e da estupidez.

É absoluto o desprezo por tudo quanto é estrangeiro, a não ser que haja muitos mortos e algum terrorismo pelo caminho. As questões políticas internacionais quase não existem ou são despejadas no fim. Outras, incluindo científicas e artísticas, são esquecidas. Quase não há comentadores isentos, ou especialistas competentes, mas há partidários fixos e políticos no activo, autarcas, deputados, o que for, incluindo políticos na reserva, políticos na espera e candidatos a qualquer coisa! Cultura? Será o ministro da dita. Ciência? Vai ser o secretário de Estado respectivo. Arte? Um director-geral chega.

Repetem-se as cenas pungentes, com lágrima de mãe, choro de criança, esgares de pai e tremores de voz de toda a gente. Não há respeito pela privacidade. Não há decoro nem pudor. Tudo em nome da informação em directo. Tudo supostamente por uma informação humanizada, quando o que se faz é puramente selvagem e predador. Assassinatos de familiares, raptos de crianças e mulheres, infanticídios, uxoricídios e outros homicídios ocupam horas de serviços.

A falta de critério profissional, inteligente e culto é proverbial. Qualquer tema importante, assunto de relevo ou notícia interessante pode ser interrompido por um treinador que fala, um jogador que chega, um futebolista que rosna ou um adepto que divaga.

Procuram-se presidentes e ministros nos corredores dos palácios, à entrada de tascas, à saída de reuniões e à porta de inaugurações. Dá-se a palavra passivamente a tudo quanto parece ter poder, ministro de preferência, responsável partidário a seguir. Os partidos fazem as notícias, quase as lêem e comentam-nas. Um pequeno partido de menos de 10% comanda canais e serviços de notícias.

A concepção do pluralismo é de uma total indigência: se uma notícia for comentada por cinco ou seis representantes dos partidos, há pluralismo! O mesmo pode repetir-se três ou quatro vezes no mesmo serviço de notícias! É o pluralismo dos papagaios no seu melhor!

Uma consolação: nisto, governos e partidos parecem-se uns com os outros. Como os canais de televisão.


A coqueluche do próximo Natal


Comemorar 123 anos no regresso dos Andrades


Perante uma banal equipa inglesa, o FC Porto consegue ser ridículo...

... e assim se perde a oportunidade de vencer em Inglaterra pela primeira vez e logo contra o campeão inglês ...




  • Por acaso treinam durante a semana?
  • Porque entram quase sempre mal em jogo?
  • Se treinam porque não conseguem formar um equipa nem tão pouco ter ideias de jogo..
  • Aquele desgraçado moço, o André Silva, tanto corre que pode acabar cedo: faz lembrar aqueles automóveis que tanto aceleram que ao fim de 4 anos estão estourados e devem ser trocados...
  • Corona não tem lugar nesta "equipa"?
  • O pinheiro belga não veio para este tipo de jogos?
ALGUÉM PODE DIZER AO TREINADOR QUE NÃO VAMOS JOGAR EM CASA NO PRÓXIMO JOGO! NEM ISTO SABE???

    Entretanto MAIS UMA arbitragem pouco honesta e muito caseira (numa primeira parte, com 4 amarelos e pelos menos duas faltas que originaram demora, o árbitro turco, ao 44,55 acabou a primeira parte quando era canto a favor do Porto!), já para não falar no vermelho perdoado e pelo menos uma grande penalidade roubada...


    Nota: não esqueceremos que em Alvalade festejaram golo de Slimani

    E o outrora Grande Presidente já deu o mote para aquilo que nos espera, ou seja, MAIS UM ANO A SECO


    Pinto da Costa:
    "Adeptos compreendem que esta é uma época de transição"

    Os pobres e a esquerda


    Vai um truque?

    A ultima vez que dormi mais de 8 horas ...


    Mais depressa se apanha o dr. Louçã do que um coxo

    Há oito dias, escrevi aqui sobre o livro Homossexuais no Estado Novo, onde a "jornalista" São José Almeida inventariou, sem o consentimento dos próprios e com alegada legitimidade académica, a orientação sexual de diversas figuras mais ou menos ligadas ao regime anterior. A coisa veio a propósito de um livro recente de José António Saraiva, Eu e os Políticos, nova colectânea de mexericos (a acreditar na imprensa) que deu brado principalmente por causa da anunciada, e entretanto cancelada, apresentação a cargo de Pedro Passos Coelho. No fundo, limitei-me a notar que, excepto pelas inclinações ideológicas dos autores, não compreendia o escândalo provocado pela segunda "obra" face à indiferença ou à exaltação suscitadas pela primeira.

    Pois bem. Num blogue que mantém no Expresso (Tudo Menos Economia), Francisco Louçã resolve proclamar que o opúsculo do arq. Saraiva foi "defendido naturalmente por um cavalheiro do mesmo calibre que dá pelo nome de Alberto Gonçalves, no DN, e porventura por ninguém mais". Na mesma página, em resposta a um leitor que discordava da afirmação, o dr. Louçã acrescenta: "Que bem que lhe fica defender o Gonçalves, que defende o Saraiva como pode e mais não consegue." Abaixo, em resposta a outro leitor, o Louçã, perdão, o dr. Louçã (não quero intimidades com gente dessa) aconselha: "Leia todo o artigo do Gonçalves para ver como ele banaliza o feito do Saraiva." Questionado por um terceiro leitor acerca do Homossexuais no Estado Novo, afinal a referência que permitiria determinar a "banalização", o dr. Louçã esclarece: "Não li."

    Regresso à crónica da semana passada para lembrar a minha "defesa" arrebatada do Eu e os Políticos, da qual sinceramente não fazia ideia. Talvez por não ter existido. Fundamentado nas citações e alusões que saíram nos jornais, chamei-lhe "baldinho de lixo", e garanti não duvidar de que se tratava de "uma porcaria". É certo que não cheguei a exigir a lapidação ou o enforcamento do arq. Saraiva, mas isso deve-se apenas à brandura do meu carácter. Em qualquer dos casos, suponho, "lixo" e "porcaria" não são epítetos habitualmente utilizados na defesa seja do que for. Em qualquer dos casos, ou o dr. Louçã é demasiado burgesso até para os padrões do Bloco de Esquerda ou, para recorrer à deprimente retórica parlamentar, o dr. Louçã faltou à verdade. Em português, palpita-me que o dr. Louçã mentiu. E mentiu de maneira tão tosca, no sentido em que a verdade é tão fácil de repor, que o facto só tem uma explicação.

    Ao longo da sua curiosa carreira, o dr. Louçã contou sempre com uma plateia de bonequinhos amestrados que levam a sério os incontáveis disparates que regularmente profere. Se a criatura se alivia de uma mentira pequenina, os bonequinhos acreditam. Se a mentira é grande, os bonequinhos acreditam também. Há muito que a criatura percebeu não valer a pena enfeitar as absurdas intrujices que diz, um produto com procura suficiente para, no estado bruto, permitir-lhe ganhar a vida sem preocupações. À semelhança dos correligionários dele, o dr. Louçã é, literalmente, um mentiroso profissional, ofício para cúmulo favorecido pela reverência dos media, a indigência da universidade que o emprega e o enviesado primarismo do nosso "debate" público. E como mentiroso profissional é incansável: se o dr. Louçã dá os bons-dias, é garantido que está a chover.

    Admito que nada disto possui particular importância. Simplesmente não gosto que me acusem de proezas que não pratiquei. Por uma vez, convém que as desastradas mentiras do dr. Louçã não fiquem impunes. Por uma vez, uma singela vez, é higiénico avisar que tudo o que sai da cabecinha daquela criatura não passa - vamos lá rever a matéria - de um lixo e de uma porcaria. E agora espero encarecidamente que o dr. Louçã não me acuse de defendê-lo a ele, uma inominável vergonha e uma calúnia ainda maior do que a da defesa do arq. Saraiva.

    Quinta-feira, 22 de Setembro

    Outro economista de nível

    O americano Joseph Stiglitz, economista e Nobel do ramo, elogia portugueses, gregos e espanhóis por, cito o DN, "terem melhores noções de economia do que a troika" e derrotarem nas urnas "os governos defensores da austeridade depois de 2008".

    Em primeiro lugar, convém explicar ao homem que, Grécia discutivelmente à parte, Portugal elegeu um governo alegadamente "austeritário" em 2011 - e, descontadas moscambilhas parlamentares, voltou a elegê-lo em 2015 -, e a Espanha continua, na medida do possível, sob um governo do PP. Em segundo lugar, acredito que portugueses, gregos, espanhóis, guatemaltecos e curdos tenham melhores noções de economia do que o sr. Stiglitz.

    Em 2007, este portento andava por Caracas a prever a irreversibilidade do "sustentável" (sic) crescimento local, a admirar o nível de vida vigente e a declarar irrelevante a elevada inflação. Em 2016, enquanto vende utilíssimos conselhos ao Sul, assegura ainda que a Alemanha está aqui, está na miséria.

    Para a semana, aposto que o sr. Stiglitz vai anunciar que a Irlanda, que cresceu 26% em 2015, não sai da cepa torta. Esperem lá: já anunciou, em Janeiro passado. Ou seja, em economia, história, actualidades e no que calha, o sr. Stiglitz é bem capaz de ser o indivíduo mais à nora e menos esclarecido do mundo. Aparentemente, o homem só é óptimo a esconder de uns tantos a sua prodigiosa incompetência. E isso, sim, merecia um Nobel.

    [Alberto Gonçalves]

    Mas isso já existe, senhora de puta da...

    Mariana Mortágua pede uma alternativa global ao capitalismo. Ela já existe. Chama-se comunismo e já chacinou, tranquilamente, cem milhões de pessoas


    Depois do nascimento da “gerigonça”, muito se escreveu que António Costa estava a abrir as portas a um regresso do PREC ao tornar o seu governo minoritário dependente de partidos como o Bloco de Esquerda e o PCP. “O PS colocou o país refém da extrema-esquerda”, etc.

    Embora Portugal não esteja, evidentemente, num período revolucionário em curso, a febre ideológica tomou conta do burgo.

    Na discussão sobre os contratos de associação, a esquerda conseguiu fazer regressar a “luta de classes”. De um lado tínhamos “meninos de colégios a jogar golfe”, do outro tínhamos “crianças que não tinham manuais escolares gratuitos” por causa dos contratos de associação. Não há demagogia mais falsa, mas é nesta dialética entre pobres e ricos que a discussão tem sido feita.

    A ideia de que o Estado deve ter acesso às contas bancárias superiores a 50 mil euros também se baseia no mesmo argumentário. Na mesma falácia.

    Antes, a cidadania não podia ser violentada pela constante suspeita de corrupção, na medida em que um governo que quisesse inspecionar o bolso de todos nós sem qualquer mandato judicial seria um governo a considerar-nos corruptos por natureza. Eu não acredito nesse rótulo.

    A democracia não se faz da luta entre blocos opostos porque a democracia é feita da maioria que reside entre eles.

    O maior inimigo da “justiça social” - sempre invocada para justificar esta agenda - é a luta de classes; vai contra tudo o que uma sociedade aberta, livre e democrática aspira. É só abrir um livrinho de história.

    Na rentrée do Partido Socialista, numa mesa que contava com o seu porta-voz, Mariana Mortágua afirmou: “Cabe ao PS, se quer pensar as desigualdades, dizer o que acha deste sistema capitalista financeirizado e até onde está disposto a ir para encontrar uma alternativa a este sistema”.

    Uma alternativa ao capitalismo é o que pede Mortágua ao partido de governo. E esse partido, de tradição democrática, aplaude no fim. Endoideceram?

    Gostava que Mariana Mortágua me mostrasse um país no mundo que seja democrático sem ser capitalista. Um único. No dia em que a senhora deputada arranjar esse exemplo, assinarei uma folha de militante do Bloco de Esquerda. Fica prometido.

    Aquilo que, por outro lado, já existe é a tal “alternativa global” ao capitalismo que a deputada pediu ao Partido Socialista para procurar.

    Chama-se “comunismo” e para o ano a sua primeira grande revolução cumpre um centenário. Desde aí já chacinou, à vontadinha, cem milhões de seres humanos.

    As tendências leninistas do Bloco de Esquerda não são novidade. O que é novo e preocupa é a abertura do PS a este tipo de pensamento quando o PS se caracterizava por ser um partido de centro-esquerda, moderado, europeísta, defensor do Estado Social e do Estado de Direito. Não da Coreia do Norte. Não do ataque às poupanças pessoais dos portugueses que é aquilo que esta frase de Mariana Mortágua representa: “A primeira coisa que acho que temos de fazer é perder a vergonha de ir buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro”.

    Catarina Martins, sua camarada, não lhe ficou atrás, considerando que “Comprar casa não é investimento. Investimento é quando se cria valor”.

    Penso que os portugueses que trabalham para merecer o seu tecto não concordam com tal coisa. Em relação ao Partido Socialista, já não tenho tantas certezas.

    Para finalizar, o Conselho de Finanças Públicas veio defender que a estratégia deste governo falhou e Teixeira dos Santos, ex-ministro socialista, pede uma “flexilização dos mercados”.

    Por vezes, parece que António Costa, que também fez parte do executivo de Sócrates, deixou o Bloco de Esquerda a governar e foi de férias para o Panamá, tamanha é a distância que mantém de uma realidade que costumava ser a sua.

    Estamos, portanto, entregues a um comentador televisivo. É o salve-se quem puder.


    Última Hora: Minguinhos fala da situação do País

    Novas profissões: esta já foi introduzida em Portugal pelo governo democraticamente ilegítimo da esquerda radical


    Estados de alma

    Tiradas sábias


    Vela


    O seu percurso na BBDouro... 
    A vela como um desporto para a vida, que pode ser praticado em família!
    Esta é a história verídica do Paulo e do Diogo, pai e filho, velejadores das academias de adultos e juniores.
    We do Sailing... Juntem-se a eles para um desporto que pode mudar a sua vida!

    Cabazada de Outono

    Depois da cabazada no Andebol, chegou a vez dos encornados perceberem que, também no hóquei, na final da Supertaça, quem manda somos nós! Força Porto!



    Testamento da Juventude

    Vi-o à pouco na TV. Fiquei muito impressionado.



    "Testament of youth", de James Kent (2014), foi inspirado no livro de Vera Brittain, escrito em 1933.
    O best seller "Testamento da juventude", é considerado o mais importante diário escrito sobre os horrores da I Guerra Mundial. 
    Relata-nos a trágica da juventude de Vera, aos 17 anos. Como mulher, ela lutou para poder estudar na Oxford University, mesmo contra vontade de seu pai. Entretanto apaixona-se por Roland, o melhor amigo de seu irmão Edward. Ambos têm o sonho de serem escritores. Mas a guerra rebenta e Roland e Edwards alistam-se. 
    Numa licença, Roland surge já transtornado mas pede-a em casamento. Este filme apresenta-nos  os clichês de um bom romance de guerra: a separação, a dor, e em que a protagonista desistindo de seus sonhos se torna enfermeira. 
    O filme, de produção inglesa, conta com um elenco fabuloso: a protagonista Alicia Vikander ("Ex machina"), namorada de Michael Fassbender, tem um óptimo desempenho, sensível e, claro, linda. Encontramos também Tem Kit Harington (o Jon Snow de "Game of Thrones"), aqui explorando o que ele tem de melhor: o charme e romantismo dos filmes antigos. Além daqueles, podemos observar os bons desempenhos de Emily Watson (no papel da mãe de Vera) e Miranda Richardson (no papel da reitora da Universidade). O filme tem todo aquele clima e atmosfera dos filmes de James Ivory assentes na qualidade britânica. Belíssima fotografia e banda sonora. Um filme que tem uma cena que nos faz lembrar "E o vento levou", na clássica cena do campo repleto de mortos e feridos, fará muita gente chorar. De salientar igualmente que este filme comemorava os 100 anos do início da I Guerra Mundial. 


    Minguinhos e Sócrates

    Momento Musical: Disturbed - The Sound Of Silence

    No PS, os amigos continuam a ser porreiros

    Assessor de Costa também foi ao Euro a convite da Galp

    O assessor do primeiro-ministro para os assuntos económicos, Vítor Escária, foi convidado pela petrolífera para assistir a um jogo do Euro 2016.

    Vítor Escária, assessor do primeiro-ministro, também faz parte da lista de pessoas que a Galp levou a assistir aos jogos do Campeonato Europeu 2016, avança o jornal Expresso. O membro do staff de António Costa foi convidado pela empresa petrolífera a assistir ao jogo Portugal-Aústria, que aconteceu a 18 de junho em Paris.

    Vítor Escária limitou-se a explicar que não foi convidado na qualidade de assessor do primeiro-ministro, mas sim “a título pessoal por um amigo”, assumindo a existência do convite.

    Shabat Shalom

    Algo está a mudar na política portuguesa. E não é para melhor

    La comandante Mariana


    Mariana Mortágua foi a uma daquelas actividades de propaganda que o PS organiza todos os sábados para encher os telejornais do fim-de-semana. Pareceu-me excelente: o único benefício que retiro da actual solução de governo é o aumento do tempo de antena de Mariana Mortágua, cuja presença anima qualquer televisor. (Para os que consideram que constatar que uma deputada é gira é uma forma de menorização intelectual, quero declarar publicamente que também acho giro o deputado João Galamba.) Mariana não é só popular cá em casa – é popular em todo o lado, e em especial entre socialistas, que muito apreciaram ouvi-la dizer, num debate dedicado às esquerdas e à igualdade, uma frase que é toda ela Cuba 1959: “A primeira coisa que temos de fazer é perder a vergonha de ir buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro.”

    Esta declaração revela mais do que qualquer programa de governo. Analisemo-la, ponto por ponto. 
    • “A primeira coisa que temos de fazer é perder a vergonha”, diz Mariana, na esteira de António Costa, que a primeira coisa que fez após as eleições foi efectivamente perder a vergonha e fazer a negociata com uma esquerda radical que – pormenor despiciendo – não acredita no capitalismo nem na economia de mercado. Aquilo a que Mariana chama “perder a vergonha” é a destruição de um consenso quanto a um modelo de regime centrado no respeito pela livre iniciativa, pela propriedade privada, pela intervenção limitada do Estado e pelo projecto europeu. Coisa pouca. Mesmo o consenso em torno do Estado Social era enquadrado pela famosa máxima atribuída a Olof Palme: “Nós queremos acabar com os pobres, não com os ricos.” Ora, o Bloco e o PCP estão muito mais interessados em acabar com os ricos do que com os pobres, até porque foi nessa actividade que a ideologia que perfilham se especializou sempre que alcançou o poder.
    • Segundo ponto: perder a vergonha de quê? “De ir buscar dinheiro”, diz Mariana. Infelizmente, não se trata de ir buscar dinheiro à sua carteira – trata-se de ir buscar dinheiro à carteira dos outros. Os impostos nascem de um contrato social, em que cada cidadão contribui para o bem-comum, recebendo de volta benefícios como a segurança, a justiça ou a saúde, ao mesmo tempo que apoia com parte dos seus rendimentos aqueles que menos têm. Mas esta ideia de contrato está a ser substituída por uma ideia de colectivização do dinheiro de cada um, como se o esforço do nosso trabalho fosse em primeiro lugar do Estado, cabendo-lhe distribuir-nos uma mesada a que chama “ordenado”. Não, Mariana. É ao contrário: o Estado deve ter mesmo vergonha de ir buscar o nosso dinheiro, porque só assim pode gerir bem a coisa pública e manter a consciência de que os impostos são uma dádiva de alguns para todos, e não propriedade colectivizada de um Estado abstracto e gargantuesco.
    • Terceiro ponto: Mariana Mortágua quer ir buscar dinheiro “a quem está a acumular dinheiro”. Eu diria que “acumular dinheiro” tem nomes mais simpáticos, como poupar ou investir. Nem por acaso, dois dos mais graves problemas da economia portuguesa, que não poupa nem investe o suficiente. Também pode ter outro nome: enriquecer. Em tempos, era uma virtude. Parece que agora estão a querer transformá-lo em pecado. Não há aqui nada de novo: os radicais da igualdade acabaram sempre a oprimir a liberdade e os inimigos dos ricos acabaram sempre a fazer mais pobres. Que o PS aprecie este discurso é sintomático. Algo está a mudar na política portuguesa. E não é para melhor.

    [João Miguel Tavares]

    Mais uma pobreza franciscana: a nossa segunda parte e o árbitro, o jogo todo!

    Golo (ilegal) sofrido aos 5 minutos, deixava antever complicações acrescidas. Mas os miúdos lá reagiram e recuperaram. De salientar que no lance do 1º golo, há um penalty clarinho e o algarvio "escolhido" para o jogo fez de conta.

    (aqui o juiz de linha viu mas fez de conta)

    Uma primeira parte sufocante, mas nem sempre bem esclarecida. Depois, bem depois nem vale a pena falar. Um fracasso total. Mais uma desilusão. Salienta-se contudo uma arbitragem desastrada sempre em prejuízo do FC Porto. Sempre. Esses são os nossos inimigos e alvos a abater, como no longínquo passado dos anos 70. Temos que os amedrontar assim que saem no sorteio... E aos adversários, jamais permitir que, mesmo em nossa casa abusem do jogo violento e da impunidade. Quer queiramos quer não, afinal estamos numa refundação do nosso futebol, por muito que isso nos custe. Não temos SAD activa, não temos comunicação activa e agressiva, por isso só podemos contar com os adeptos, sócios e simpatizantes e fazer o nosso trabalho. O que interessa é ir vencendo. Vencendo sempre, jogando mal ou bem, vencendo sempre.

    Nota: para além do fora de jogo, o algarvio que recentemente expulsou, também num jogo com o Boavista um jogador do Porto (num lance idêntico a um anterior de um boavisteiro, mas este sem punição), além de perdoar duas penalidades, permitiu o anti-jogo e a violência (mais uma jornada) sobre os jogadores do Porto sem qualquer punição severa, mas registo o dedo em riste ao miúdo André...
     (aqui o mesmo juiz de linha viu o que não era)

    (ao contrário, o jogador do Porto seria expulso)


    Leixões: record do ano num só dia!




    Coisas de antanho


    Festas em Honra de São Miguel Arcanjo – Leça da Palmeira

    Realiza-se nos dias 23, 24,  25 e 29 de Setembro, na igreja Matriz de Leça da Palmeira, as festas em honra de S. Miguel Arcanjo, padroeiro da freguesia. Do programa, que se circunscreve à igreja e respectivo adro, constam os habituais momentos musicais, com recurso à “prata-da-casa” e os momentos de maior solenidade e componente religiosa como a majestosa procissão, que sai à rua no domingo à tarde, e as celebrações eucarísticas, nas quais se inclui a do dia 29 – dia de S. Miguel.


    PROGRAMA das Festas em Honra de São Miguel Arcanjo:

    23 de Setembro (Sexta-feira)
    22h00 – Atuação da escola de dança “ATTITUDE
     24 de Setembro (Sábado)
    21h30 – Festival de Folclore com a participação dos Grupos:
    – Grupo Folclórico de Tregosa (Barcelos)
    – Rancho Folclórico da Associação Cultural da Casa do Povo da Livração (Marco de Canaveses)
    – Rancho Folclórico de S. Pedro de Roriz (Santo Tirso)
    – Rancho Típico da Amorosa (Leça da Palmeira)
     25 de Setembro (Domingo)
    15h30 – Eucaristia Solene seguida de Majestosa Procissão
    Itinerário: Rua Direita, Rua Óscar da Silva, Av Dr Fernando Aroso, Igreja
    22h00 – Atuação do Conjunto Musical “Chama Som“. Durante a atuação, o conjunto promete homenagear Tó Gavina Patrício, elemento do grupo recentemente falecido.

    29 de Setembro (Quinta-feira)
    21h30 – Eucaristia em Honra de São Miguel Arcanjo



    "O Horizonte" por Teresa Salgueiro

    Teresa Salgueiro terá disco novo muito em breve. Este trabalho, que recebeu o nome de "O Horizonte", será apresentado em estreia absoluta já no próximo dia 8 de Outubro na Casa da Música. Será um concerto mágico!

    Realizado por: Rui Lobato
    Filmado por: Óscar Torres e Rui Lobato
    -------
    Horizonte
    Letra: Teresa Salgueiro
    Música: Teresa Salgueiro | Rui Lobato | Óscar Torres | Marlon Valente e Graciano Caldeira
    -------
    Horizonte

    Ali se eleva o meu canto
    É às distâncias que grito
    Este delíro, este espanto
    Que em tantos dias eu sinto

    Pertenço aos montes longínquos
    É dali que eu quero ser
    Se não for por amar tanto
    De que me serve viver?

    Aqui me entrego
    Entre a Terra e o Céu
    Cumpro cantando
    Um destino que é meu

    E vou pensando
    Entre o Céu e a Terra
    Guardo, cantando,
    Um sonho, uma quimera

    Num oceano profundo
    Abandono as minhas mágoas
    Ando tão longe do mundo
    Vou levada pelas águas

    É este afinal o encanto
    Que determina o meu ser
    Se não for por amar tanto
    De que me serve viver?

    Invasão extraterrestre

    Eu não quero um lorpategui a treinar a minha equipa!

    Para o treinador Nuno Espírito Santo
    De JOSÉ MARIA PEDROTO

    "Chegamos aqui depois de uma longa caminhada. Este lugar foi conquistado a custo. Se não formos capazes de o manter, temos de saber olhar para nós próprios e perceber onde erramos." (JM Pedroto em 1980).


    "Porque não se pode ter medo do que depende da nossa vontade e se para tal se tornar necessário cortar com o presente, não podemos ter receio de o fazer" (JM Pedroto 1969, após a saída do FC Porto)


    " Defendo a rotatividade, mas esta só é possível quando se tem no plantel jogadores que garantam um sistema de jogo equilibrado, que seja, ao mesmo tempo, constante e flexível, capaz de se ajustar às situações de jogo e às necessidades de gestão da época. Mudar por mudar não é promover a rotatividade, é inventar (...)"




    A batida perfeita...


    Comunicado PSD

    A Assembleia da República, por iniciativa do PSD, aprovou uma alteração a 3 de Janeiro de 2013 à Lei 55/2010 prorrogando a redução em 10% até 31 de Dezembro de 2016 da subvenção destinada ao financiamento dos partidos políticos. 
    Igualmente, a coberto da referida lei, aprovou ainda a redução em 20%, até 31 de Dezembro de 2016, do montante das subvenções destinadas às campanhas eleitorais bem como ao limite das despesas de campanha eleitoral.
    O PSD esclarece que não se revê na posição tornada pública pelo Partido Socialista. Os partidos políticos são fundamentais para a democracia mas devem ser os primeiros a reconhecer a realidade e actuar em função da sociedade em que estão integrados.
    Assim, o PSD apresentará uma proposta de alteração à lei do financiamento dos partidos para que os cortes hoje em vigor se tornem permanentes.
    O Secretário-Geral do PSD José Matos Rosa
    22/09/2016

    Olá Outono!


    Ódio de classe!


    Em Novembro de 1793, quando, na Convenção Nacional Francesa, já declarada a abolição da monarquia e proclamada a Primeira República, se iniciou o julgamento do rei Luis XVI, acusado de “conspiração contra a liberdade pública”, o deputado Louis Saint-Just, com apenas 26 anos, proferiu uma frase que ficou para a História: “Não se pode reinar inocentemente.” E de seguida explicou-se: “Todos os reis são rebeldes e usurpadores.” Todos. Portanto, todos merecem a morte, e esta pré-condenação universal dispensaria até as formalidades de um processo judicial. Na Convenção, Saint-Just depressa se destacou pela violência da linguagem, pela sede de vingança e de sangue; de muito sangue. Adorava a guilhotina, erguida na Praça da Revolução, que no auge do Terror exalava um fedor insuportável a sangue humano – de reis, de aristocratas, de burgueses, de pobres e remediados. Como o Terror acaba por devorar os seus próprios filhos, no dia 10 de Julho de 1794 chegou a vez da execução do próprio Saint-Just, numa leva de 22 jacobinos abrilhantada por Maximilien Robespierre, o “Incorruptível”. (No dia 11, mais 106 robespierristas foram guilhotinados.)

    A Grande Revolução Francesa de 1789, de cujas aquisições civilizacionais ainda hoje gozamos, fizera-se em nome da Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Não está em causa a sinceridade dos que a saudaram e apoiaram – aristocratas, dignitários eclesiásticos e plebeus, o chamado “Terceiro Estado”. Porém, os que nos primeiros anos a dirigiram e se foram guerreando e substituindo uns aos outros no Poder, não eram prioritariamente movidos por esses generosos valores humanistas. Para se compreender a que paroxismos de ignomínia e crueldade puderam chegar, é preciso rebuscar as “profundezas antropológicas” do homem, lá onde se albergam emoções e instintos que escapam a um escrutínio racional, e que constituem, em certas circunstâncias, a mais poderosa motivação das acções humanas. Dessa fonte insondável do nosso ser nasce, entre outros sentimentos, o ódio de classe, um ódio arreigado e sequioso de vingança. Na época contemporânea, digamos que desde meados do século XVIII, quando Rousseau descobriu a incarnação do Mal no “burguês”, o ódio de classe, – o ódio aos ricos e ao “burguês” – constituiu o mais inflamável combustível das revoluções do século XX. E, se não é fácil imaginar concretamente que tipo de convulsões ainda há-de produzir no século XXI, o certo é que, apesar da crescente mobilidade e integração das classes sociais, e apesar da imensa melhoria das condições de vida registada nas sociedades capitalistas ocidentais, o ódio de classe está lá, bem vivo, e nem é certo que tenha abrandado. O caso de Mariana Mortágua não passa da ilustração desta vulgar constante histórica.

    O percurso ascendente de Mariana Mortágua na época da “geringonça” foi fulminante. Conhecemo-la na Comissão de Inquérito Parlamentar ao caso BES. Bem preparada, inteligente, serena, firme e discreta, a jovem deputada fizera como deve ser o seu trabalho de casa, e deu nas vistas. Ricardo Salgado felicitou-a diante das câmaras pela sua proficiência. Por falta de tempo, não costumo seguir pela televisão os debates parlamentares, mas constou-me que a promissora Mariana começava a ganhar maior protagonismo no hemiciclo de São Bento, embora de algum modo sempre algo ofuscada pela presidente do Bloco, a grande actriz da política portuguesa que dá pelo nome de Catarina Martins. Digamos que houve entre ambas uma fase de empate, que, como todos os empates, alguma vez ou algum dia têm de ser desempatados.

    Essa vez ou esse dia já chegou. Mariana começou a crescer, e, muito humanamente, o crescimento foi-lhe subindo à cabeça. Revelou-se, por fim, uma criatura com as mesmas fraquezas de outra qualquer: queria palco, queria espectáculo com muitos espectadores. Afinal, à sua volta, o bacoquismo nacional, propenso ao deslumbramento, já a promovera a génio nunca visto. Pois era preciso que a vissem, que a vissem bem, que vissem a superioridade com que pisava e ocupava o palco nacional; era preciso que se transformasse “no centro disto tudo” (Público, 21.9), numa verdadeira CDT, sem rivais. Mariana foi mudando, foi crescendo até se agigantar diante dos basbaques socialistas que acorreram a vê-la e a ouvi-la numa rentrée organizada pelo PS no passado Sábado em Coimbra.

    No palco, sentado ao lado dela, um tal João Galamba sorria de orgulho, por vezes literalmente embevecido. Mariana percebeu que era chegada a oportunidade de consolidar a sua ascendência, a sua importância, a sua saliência, e que para isso tinha de chocar, de escandalizar, porque entre nós o choque e o escândalo, mesmo que pelas piores razões, são sempre admirados como grande coragem. Mariana percebeu que tinha de perder a vergonha e dizer o que lhe ia na alma, embora sem confessar o que lhe ia, e vai nas entranhas: um enorme ódio de classe: Vamos a eles ! Vamos aos ricos ! “A primeira coisa que temos de fazer é perder a vergonha de ir buscar dinheiro a quem está a acumular dinheiro.” E a este roubo descarado chamou – “política social” (Público, 21.9). Vamos a isso ! Roubemos todos !

    Os “ricos”! Mariana não sabe, não tem mundo para saber o que são e como são os verdadeiros ricos. Mas sabe uma coisa: “Não se pode ser rico inocentemente.” Todos os ricos – todos os ricos mais os que ela, coitada, julga ricos – roubaram, exploraram, espoliaram ou são réus de qualquer crime semelhante. Acabe-se com os ricos – para que se acabe com os pobres! Distribua-se a riqueza dos indivíduos, para melhorar a condição das multidões pobres! Pedir aos trabalhadores que trabalhem mais e melhor? Que ideia tão estúpida! Cita Keynes (de memória), já em 2015: “Não vale a pena as empresas produzirem mais se as pessoas não tiverem dinheiro para comprar a produção.” A invocação do grande economista é de uma extraordinária desonestidade intelectual: Keynes viveu num mundo e pensou para um mundo em que havia fronteiras nacionais, em que vigoravam altas taxas alfandegárias proteccionistas e em que os Estados cunhavam moeda própria à sua vontade. Keynes nasceu em 1883 e morreu em 1946 – muito, muito antes de se iniciar e consolidar o processo de globalização capitalista que define o mundo de hoje. Será plausível, será honesto invocar o seu pensamento de há quase cem anos para caucionar com o seu grande nome uma visão retrógrada e miserabilista de um mundo por ela apregoado como mais próspero e justo? Quem, hoje em dia, a não ser as empresas condenadas a definhar, não produz para exportação?! E quem, senão precisamente os países pequenos, necessita como de pão para a boca dos mercados externos?! A Suécia, a Dinamarca, a Noruega e demais países ricos vivem do mercado interno? Oh, dra. Mariana: mesmo em Portugal, nem toda a gente é imbecil.

    Mariana Mortágua, mesmo quando arvora a pose de CDT, ignora a história e não entende o presente: por uma óbvia coincidência, em Portugal há muitos pobres porque há poucos ricos. E onde não há ricos, só há pobres. É só olhar à nossa volta, país a país, e verificar o facto. Vindo ainda a talhe de foice acrescentar que muita da estagnação económica da Europa é apenas o resultado de uma deslocalização das indústrias para longínquas paragens onde, graças à desindustrialização do Ocidente, centenas de milhões de seres humanos saíram da mais extrema miséria – da fome pura e dura. Isso incomoda-nos muito, não é ? Pois, mas é a dra. Mariana que enche a boca com os pobres, com a pobreza, com a justiça social, com a infame desigualdade das nossas sociedades ocidentais. Mas nestas, que importa que haja mais milionários se os pobres se tornarem, como tornam, menos pobres?

    Bem sei: os milionários são demasiado “ricos”, e como todos os ricos, grandes ou pequenos, devem ser exterminados. Ódio de classe. Pois bem, pago na mesma moeda: nasci numa família rica graças à indústria de meu Pai, em que desde muito pequena aprendi o valor supremo do trabalho e da honestidade: aprendi a ser uma pessoa de bem. Também aprendi a “acumular dinheiro”!!! Quer dizer, a poupar o necessário para evitar depender de terceiros. Aprendi o valor da independência, condição da liberdade, o meu valor supremo. Aprendi o valor de viver numa sociedade decente, em que a pobreza não seja miséria, em que a igualdade de oportunidades seja garantida e em que o mérito seja premiado. Pago os meus impostos todos, todos e mais alguns, mas não aceito o confisco que a dra. Mariana, por puro ódio de classe e correlativo espírito de vingança, quer impor a quem trabalha, ganha e poupa, ou a quem herda o que os pais ganharam e pouparam. Não quero que o Estado me seja imposto como sócio num negócio privado de família.


    Momento de Poesia


    É longa a espera neste mar tão triste
    Cai a  noite e aqui espero no silêncio
    Olho em volta e o mar ameno insiste
    Em deixar-me marcas que denuncio
    .
    Sopra  uma brisa fresca e arrepiante 
    Onde nenhum  agasalho  me consola
    Meu olhar triste e tão desconfortante
    Nesta espera tão longa que me assola
    .
    Cai a noite e faz frio no meu coração
    O silêncio invade meus pensamentos
    Que me entristecem, é dura a solidão
    .
    É longa a espera, quando não chegas
    E aqueço minha alma nos momentos
    De espera, onde só tu me aconchegas 
    ****

    Como sabemos os socialistas só andam de Clio quando são oposição...

    Ferro Rodrigues em transporte VIP a 190 euros por hora

    Luxo marca visita do presidente do Parlamento ao Luxemburgo.



    Cento e noventa euros por hora é quanto custa o transporte VIP que o presidente da Assembleia da República usou nas suas deslocações no interior da cidade do Luxemburgo, onde esteve nos últimos dois dias em visita oficial.

    O atendimento foi assegurado pela BlackCab.Lux VIP. O automóvel colocado ao serviço de Ferro Rodrigues foi um dos modelos mais exclusivos da Mercedes: o Maybach EL02.

    O hotel onde esteve hospedado a segunda figura do Estado sublinha o luxo que rodeou esta visita. Trata-se do Royal Hotels & Resorts, considerado o cinco estrelas mais moderno do Luxemburgo.

    A diária custa, em média, 300 euros. O pequeno-almoço não está incluído.

    Contactado pelo CM sobre os custos desta viagem, o gabinete do presidente da Assembleia esclareceu que “as questões logísticas da deslocação foram sugeridas e financeiramente suportadas pelo Grão-Ducado do Luxemburgo”, uma vez que a visita resultou de um convite do seu homólogo, Mars Di Bartolomeo.

    Segundo a mesma fonte, Ferro Rodrigues viajou em classe económica. Hoje parte para Estrasburgo (França), a fim de participar na conferência europeia dos presidentes dos Parlamentos. Está prevista que a deslocação seja feita de comboio.

    Entender o socialismo

    Chamada perdida