Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Gatices

Olímpicos!

Ce sont les meilleures équipes
Sie sind die allerbesten Mannschaften
The main event
Die Meister
Die Besten
Les grandes Équipes
The champions


21.ª presença na fase de grupos (tal como Real Madrid e Barcelona, que categoria). O apuramento é histórico e implacável, em pleno Olímpico, espécie de Coliseu de outros tempos, tal a forma como alguns jogadores viram gladiadores em entradas arrepiantes, totalmente fora de tempo. Mas aquele que lutou como um todo, como uma equipa, o mais forte triunfou: o FC Porto!
E o Coliseu Romano ficou a arder! E não só...

Nota: o assalariado da Antena 1, Manuel Queiroz, um fulano daqui do Porto, acha que a agressão a Maxi valeria apenas um amarelo! 
E que tal este jornalixo lisboeta?


O Porto em imagens (455)

Álvaro Manadelo - Porto - Aldoar

Um pouco mais de azul

O que FJV diz é a verdade e, isto sim, era merecedor de uma conferênia de imprensa azeda (até porque o passado diz-nos que agora o FCP é o saco de pancada dos árbitros mípoes)...
 

Concertos na Avenida regressam nas noites de 9 e 10 de Setembro

Para celebrar os últimos dias de verão, a Câmara do Porto e a Fundação Casa da Música oferecem à cidade, pelo quarto ano consecutivo, dois grandes concertos nos Aliados.
Depois de já terem integrado a programação oficial das Festas de São João, enchendo A Avenida dos Aliados em três noites consecutivas, os Concertos de Avenida voltam principal sala de visitas da cidade no fim de semana de 9 e 10 de Setembro. Esperam-se mais dois espectáculos memoráveis, ambos com início às 22 horas e de entrada livre.

Na sexta-feira, Sérgio Godinho regressa à Baixa da sua cidade, e logo com grande companhia: a Orquestra de Jazz de Matosinhos. Quem não conhece temas eternos da música popular portuguesa como "Com um brilhozinho nos olhos", "O Primeiro Dia", "Liberdade", "Maré Alta" ou "Arranja-me um emprego"? Estes e muitos outros sucessos do autor serão ouvidos com uma nova roupagem, fruto dos arranjos para big band escritos propositadamente para a ocasião por Pedro Guedes e Carlos Azevedo, os dois directores musicais da Orquestra Jazz de Matosinhos.

Já no dia seguinte, sábado 10 de Setembro, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música apresenta o espectáculo "Música para uma noite de festa". O ciclo de Concertos na Avenida de 2016 encerra assim com uma noite preenchida por alguns dos temas mais popularizados da música sinfónica. A espectacularidade de "Pompa e Circunstância" e da "Abertura 1812" contrastará com o exotismo sensual das "Danças Polovtsianas" e os ritmos sul-americanos de "Danzón n.º 2".

Aproveitam estes dois grandes espectáculos gratuitos preparados pela Câmara Municipal do Porto e a Fundação Casa da Música, que prometem mais duas enchentes na Avenida dos Aliados. [daqui]

Inovação Multibanco: uma caixa adequada ao seu saldo!


É preciso não ter vergonha na cara! Coacção dá castigo!

Vieira revolta-se com João Ferreira
Trabalho do árbitro do Benfica-V. Setúbal em causa






O Porto em imagens (454)


Manuel Almeida

Alguém ainda acredita neste governo democraticamente ilegítimo?



Olympics


Aprendam


Motas? Cuidado!

Momento do falecimento de Lewis Clark, de 22 anos, que perdeu a vida num acidente na famosa Ilha de Man. Foi em 30 de Agosto de 2015 e foi agora publicado pela sua mãe na tentativa de alerta para os perigos das motas nas estradas.

Jornalixo português enfeudado à perigosa extrema-esquerda


Parece que os vouchers chegaram atrasados...

Esta imagem não é do encontro que opôs os encornados aos sadinos; esta imagem é do jogo de ontem à noite e aconteceu aos 4 minutos: Varela é agarrado mas o árbitro não "viu"... 


Tivesse o FC Porto a mesma "delicadeza" para com os árbitros, entregando-lhes "inocentes" vouchers e o penalty teria sido marcado...

O Porto em imagens (453)

Nuno Pimenta

Olympics

Prova ... oral

Incêndios 2016: Uma virgem chamada António Costa

No universo político de Costa as intenções e os anúncios é que contam. Concretizar as promessas é irrelevante. Numa Europa em crise constante haverá sempre uma razão para explicar que não foi possível

1. Conta-se uma história sobre uma festa de homenagem a uma velha actriz de Hollywood, que se havia dedicado a todo o tipo de causas humanitárias. Um dos convidados fez um discurso a enaltecer as iniciativas e as boas intenções da velha senhora. Todos os convidados, excluindo um deles, bateram palmas. A excepção chama-se Woody Allen. Espantado com o comportamento de Woody, o seu vizinho de mesa perguntou se tinha alguma coisa contra a homenageada. Woody Allen respondeu: “Sabe, eu conhecia-a antes de ela ser virgem.”

Lembrei-me desta história quando li sobre a reacção de António Costa aos fogos em Portugal, a propósito do reconhecimento do seu antigo secretário de Estado de erros cometidos pelo ministério da Administração Interna, tutelado então por Costa. Ascenso Simões disse que, contrariando um estudo feito na altura, o ministério de Costa decidiu investir na compra de equipamento para combater incêndios em vez de se concentrar em estratégias de prevenção. Costa respondeu que o seu ministério tinha adoptado políticas que permitiriam a verdadeira reforma das florestas, e acrescentou, com um toque de virgindade: “Devo dizer que fico chocado, dez anos depois, por verificar que essa reforma não foi feita.” Não há nada mais tocante que o choque das virgens. Coitadinho de António Costa. Preparou tudo para uma grande reforma das florestas. Depois foi-se embora para outras vidas, e os malvados que vieram – incluindo os do seu próprio partido – nos dez anos seguintes nada fizeram. E ele, o Costa, vivia noutro planeta, sem nunca mais se ter preocupado nem com matérias da administração interna, nem com fogos, nem com florestas, apesar de ter sido líder do maior partido da oposição e candidato a PM no país que mais arde em toda a União Europeia.

Mas os incêndios foram apenas o exemplo mais recente da readquirida virgindade de António Costa. No resto Costa também segue a “política da castidade”. Começa por mostrar as suas boas intenções, anunciando que a economia vai crescer muito mais do que seria possível, que a inovação e a educação vão atingir patamares nunca imaginados, ou défices que nunca serão alcançados. Mas no universo político de Costa, as intenções e os anúncios é que contam. Concretizar as promessas é secundário e quase irrelevante. Numa Europa e num mundo em crise permanente, haverá sempre uma razão para explicar a impossibilidade de cumprir as promessas. Os mercados, os refugiados, o terrorismo, o Brexit, Bruxelas, a direita europeia, o tempo, o azar, ou qualquer outra coisa.

Costa quer convencer os portugueses que nunca foi ministro de governos sem crescimento económico de nota, que não pertence ao partido cujo governo liderado por Sócrates foi o que mais contribuiu para o aumento da dívida pública portuguesa, ou que não pertence a um dos partidos que votaram a favor do Pacto Orçamental e da União Bancária. Ele não tem passado com pecados. Chegou agora à política e, na sua imaculada virgindade, promete o melhor dos mundos, incluindo o que nunca conseguirá cumprir. Eis a maior dificuldade de Passos Coelho. Como pode quem tanto pecou, impondo austeridade a um país inteiro, combater um politico que recuperou a sua virgindade e, tal como a velha actriz de Hollywood, espalha a sua virtude pelos quarto cantos de Portugal?

2. Os críticos de Passos Coelho, incluindo os comentadores da área do PSD, basicamente querem que o líder social democrata minta aos portugueses, tal como António Costa o faz. Pedem-lhe que também ele regresse ao estado de virgindade política. Dizer a verdade e aquilo em que se credita apenas evidencia pessimismo e o pior dos defeitos, experiência. O que é necessário é criar ilusões entre os portugueses. O apelo à mentira tornou-se o grande argumento destes comentadores.

Mas os críticos de Passos enfrentam um problema politico mais complicado. Para um dia ganhar as eleições, um líder do PSD precisa de ser visto como uma clara alternativa a Costa e independente em relação a Belém. Um líder do PSD que imite o discurso “optimista” de Costa tornar-se-á uma cópia do PM. Por que razão votariam os portugueses numa cópia do original? Por outro lado, se o líder do PSD fosse visto pelos portugueses como dependente e controlado pelo PR, nunca seria eleito PM. Seria visto como um líder fraco. O discurso de Passos pode ser um pouco repetitivo, mas não há português que não saiba que o líder do PSD é uma alternativa ao PM e independente do PR. E só assim poderá ser eleito chefe de governo.

3. A saga da escolha da administração da Caixa Geral de Depósitos constitui um dos maiores exemplos de incompetência política do governo. Escolheu sem consultar a lei (haverá assessores jurídicos no ministério das Finanças?), desistiu dos escolhidos sem os avisar (e estamos a falar de pessoas de reputação e competências indiscutíveis), e passou pela humilhação e pela vergonha do BCE chumbar as escolhas do governo invocando a legislação portuguesa. Resta fazer a pergunta óbvia: como é possível que Mário Centeno seja ainda ministro das Finanças?

Não nos calaremos: roubos da arbitragem contra o FC Porto


Leça da Palmeira retratada através de uma série de timelapses

Parabéns Mana

Segundo massacre quase dava deserto

31 remates contra a AS ROMA, 25 hoje contra o sulista Estoril. 
Quando as bolas, simpaticamente, começarem a entrar na baliza dos adversários vão ser goleadas atrás de goleadas. 
Até lá, olha-se para o banco e avançados nem vê-los...


Da Índia (com amor e muito ritmo)

O Porto em imagens (452)


Ainda agora está a começar e já percebemos que o DESERTO é mais longo do que pensamos...

Olhamos para o campo e...
Olhamos para o banco e...

DESERTO

Porto será o anfitrião da maior conferência europeia sobre o setor da água


O Porto foi a cidade escolhida pela Comissão Europeia, entre outras cidades candidatas, para a realização da quarta edição da conferência Parceria Europeia de Inovação para a Água - "EIP Water", que vai decorrer em Setembro de 2017.

O evento anual reúne cerca de 500 a 600 participantes, entre os quais vários decisores políticos, representantes de autarquias e do Estado Central, cientistas, empresas de tecnologia, empresários, entre outros.

A conferência constitui a oportunidade para os Grupos de Acção dentro da EIP Water mostrarem o trabalho desenvolvido na resolução dos desafios de inovação com que se depara o sector, através de palestras, painéis de discussão e sessões plenárias.

Serão realizadas sessões de networking com o objectivo de criar soluções criativas e inovadoras que contribuam significativamente para enfrentar os desafios do sector da água na Europa e no mundo, fazendo assim estimular o crescimento económico sustentável e a criação de emprego.

A Parceria Europeia de Inovação sobre a Água (EIP Water) apoia o desenvolvimento de soluções inovadoras em toda a União Europeia (UE) para enfrentar os grandes desafios da água e aumentar a competitividade da Europa. O trabalho assenta em "grupos de acção", que procuram conciliar a experiência e os recursos de organizações públicas e privadas ao longo da cadeia de inovação a nível da UE, nacional e regional para fazer corresponder a oferta à procura e criar oportunidades de mercado, tanto dentro como fora da Europa. [daqui]

Ammar: abriu em Leça a sala de jantar privada mais incrível de Portugal


Fica dentro de uma esfera, tem vista para o mar e pode ser reservada para um jantar a dois. Trata-se da divisão mais exclusiva do novo restaurante Ammar, em Leça da Palmeira. Depois é só escolher entre os pratos de autor, petiscos e cocktails originais.
Na praia de Matosinhos existe a bola da Nívea. Nas praias de todo o país existem bolas de Berlim. Em Leça da Palmeira há, desde 28 de Julho, a bola mais espectacular do País. Eleva-se a cinco metros de altura e no interior esconde uma pequena e acolhedora sala de jantar com uma vista única sobre o mar. Trata-se da divisão mais exclusiva do novo restaurante que aposta nos pratos e cocktails de autor, para o pôr a petiscar durante todo o dia.

O Ammar é o sonho de Matilde Silva, a jovem de 26 anos que deixou para trás o Nova Tendinha, também em Leça, para se dedicar em exclusivo a este projecto. A proposta para recuperar a moradia devoluta a poucos metros da praia foi demasiado tentadora e, há um ano, começou desenhar o plano em conjunto com o namorado Pedro Silva que hoje é o chef do espaço.
A escassez de sítios com boas opções para petiscar deu a Matilde a ideia de apostar numa carta dividida em dois: uma secção de petiscos e pequenos pratos para servir durante a tarde; outra exclusiva para o jantar, com opções mais elaboradas. Depois bastou juntar-lhe um barman e uma terceira secção repleta de cocktails tradicionais e de autor.

Durante a tarde, ao fresco da esplanada, pode provar a petinga no barco (5,5€) — são literalmente petingas fritas penduradas num barco com um anzol, acompanhadas de tostas com coulis de pimento —, hambúrguer de novilho em bolo do caco (9,5€) ou pastas frescas caseiras como o tagliatelle com pesto (13,5€), mas também saladas e, claro, sobremesas como a especialidade da casa inspirada no gelado da Olá, a Ammagnum de amendoim (7,5€), com chocolate, creme de pasta de amendoim e ganache da mesma.
À noite, abrem-se as portas das salas interiores para que todos possam experimentar a carta principal do Ammar, propositadamente “curta” para que seja possível ainda mais na preparação e qualidade dos pratos, servidos sempre a “máxima atenção, cuidado e criatividade na apresentação”. O exemplo? Um cocktail que não é servido no tradicional copo de vidro, mas sim dentro de um pimento.
Pode (e deve) começar pela terrina de orelheira fumada a lenha e ravioli (8,5€) e seguir o caminho que preferir, carne ou peixe. Há opções como o arroz caldoso de rabo de boi (29,5€) ou o bife Black Angus (33,5€), ambos ideais para duas pessoas, o polvo cozido a baixa temperatura (17,5€) ou os ravioli de ricotta e cogumelos selvagens (15€). Para terminar, também está disponível o Ammagnum de amendoim que transita da carta de snacks, ou a tartelette de limão, merengue e framboesas frescas (6,5€).

Tão difícil quanto escolher o que vai querer provar, vai ser decidir onde se vai sentar. O espaço divide-se em duas salas interiores, uma no rés-do-chão, com vista privilegiada para a cozinha, outra no piso superior, mais recatada e ideal para grupos. Lá fora, há uma zona lounge com meia dúzia de cadeiras e uma esplanada preparada para todas as contingências — no verão, a cobertura está recolhida e, para o inverno, fecha-se para guardar o calor da lareira por lá instalada.
Resta falar na sala privada escondida na esfera branca, ideal para jantares privados a dois ou em pequenos grupos até sete pessoas. Este módulo foi criado por uma empresa portuguesa e faz a estreia absoluta no Ammar. Para o visitar, é necessário fazer reserva e pagar 45€ (que não são abatidos no preço do jantar). E se quiser tirar o máximo partido do jantar, Matilde deixa a dica: “Aconselho sempre a fazerem a marcação para as 20h, hora em que é possível apreciar o pôr-do-sol através da janela panorâmica.”
Se está a pensar que este é o local ideal para uma ocasião especial, não é o único. Para os próximos meses, o espaço já está reservado para um pedido de casamento. Esperamos que o jantar tenha um final feliz e faça justiça ao nome do espaço. [daqui]

Contactos do Restaurante Ammar, em Leça da Palmeira:

Morada
Rua de Fuzelhas, 5, Leça da Palmeira

Horário
Terça a sábado, 15h-0h30. Domingo, 12h-18h30. Fecha à segunda-feira.

Telefone
229 958 241

Email
ammar@ammar.pt

Site
www.ammar.pt

ClaramenteTrump

Veja o primeiro vídeo da campanha de Donald Trump para a Casa Branca



Por vezes, no calor dos debates e dos discursos sobre uma vasta gama de temas, não se escolhem bem as palavras ou dizem-se as coisas erradas”, afirmou Trump.

Ten reasons to go to a festival in Porto


Cutting-edge bands, gorgeous streets and €2 wine – NOS Primavera Sound is the perfect opportunity to visit Portugal’s stunning second city

Revista Time Out London recomenda visita ao Porto e ao NOS Primavera Sound
A revista Time Out London publicou um artigo com 10 razões que justificam a visita ao Porto a propósito do festival NOS Primavera Sound, que, em 2017, se realizará nos dias 8, 9 e 10 de Junho.

Segundo o artigo, assinado pelo jornalista James Manning, de 5 de Agosto, o festival NOS Primavera Sound constitui a oportunidade perfeita para visitar a segunda cidade de Portugal, até porque a música começa ao fim da tarde o que dá tempo aos festivaleiros para deambularem numa visita a uma cidade rica em história e património.

O artigo apresenta 10 razões para visitar o Porto, entre elas, as vistas impressionantes, numa cidade eclética, que mistura harmoniosamente o património antigo com a arquitectura moderna, não fugindo a citar os pontos clássicos como a Casa da Música ou a Sé Catedral, sublinhando as pontes em ferro que unem as duas margens do Douro.

O próprio "palco" onde se realiza o festival NOS Primavera Sound, ou seja, o anfiteatro natural do Parque da Cidade, é também colocado como justificação para a vinda ao Porto, bem como a multiplicidade de espectadores, com diferentes nacionalidades, que se encontram a assistir ao festival (na última edição, a organização apontou para 58 nacionalidades). Mais para o fim da lista, o próprio cartaz do festival, com bandas de luxo, assim como os horários a que decorre, com a música a se poder ouvir até altas horas da noite sem proibições, hábitos bem diferentes dos londrinos, constituem mais-valias a acrescentar à lista.

A gastronomia rica, com iguarias e petiscos muito portuenses (não podia faltar a francesinha) aparecem em quatro lugar da lista, seguidos pelos "bons preços" praticados na Invicta, ou seja, visitar a cidade e desfrutá-la é bem acessível à carteira do turista londrino.

"Pode parecer velho, mas o Porto tem um coração jovem", destaca a sexta razão, referindo até que a cidade poderá ser uma candidata séria ao cobiçado título de "nova Berlim". À infinidade de lojas e bares peculiares e tradicionais, acrescentam-se cafés "chiques" e contemporâneos que atraem muitos jovens europeus.

O famoso vinho do Porto, com recomendação dos sítios onde o turista poderá degustar um cálice, não foi esquecido e é citado na nona razão.

Por fim, para recuperar de uma "ressaca" de três noites intensas de festa, a Time Out London recomenda uma ida até aos vales do Douro "verdejantes e sublimes", de comboio ou de barco, rio acima, conforme o tempo que o viajante ainda dispõe.

James Manning termina com a definição do termo "saudade", palavra/sentimento bem português que ficou a entender verdadeiramente após o regresso a Londres. [daqui]

O resto é conversa


Um clube com "aquele" passivo e que anda a fazer compra$ avultada$, de pa$$es$ e de falhanço$ como os de baixo... O pó é o da porta 18?

AS DUAS CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA HISTÓRIA DO boifica... NO ESPAÇO DE UM MÊS

Rafa vai custar aos cofres do boifica cerca de 15 milhões de euros, o que significa que salta directamente para o segundo lugar das maiores compras da história do clube encornado, apenas superado por Raúl Jiménez - cuja compra da outra metade do passe foi feita há cerca de um mês, num total de 22 milhões !!!


Dados: 1 de Março de 2016

Passivo Encornado =  429,4 m€

Passivo do FCP = 287,3 m€
Passivo do SCP = 255,1 m€

Rafa: como se pode observar, uma contratação previsível ... e cara (2,5 m€ por época, ou seja 12,5 m€ de salários)

A esclerosada SAD do FC Porto não aprende...

Paulo Santos, Cândido Costa, Maciel, César Peixoto, Jorginho, Alan, Luís Aguiar, Renteria, Diogo Valente, André Pinto, Ricardo Ferreiras (estes dois da formação)Adriano, Ukra, Hélder Barbosa, Miguel Lopes, Beto, Emídio Rafael, Sami e Josué (e talvez falta mais um ou dois).

Sem que do Braga tenha vindo nenhum com categoria, estes são os nomes dos jogadores que o FCPorto emprestou ao Braga desde que o António Salvador é presidente.

Espero que tenham sido os últimos, não aceito mais nenhuma ajuda aos encornados do Norte.

O Porto em imagens (451)


Criminosos muçulmanos atacam em Portugal e ficam impunes sem que o governo democraticamente ilegítimo de extrema-esquerda actue

 

Os criminosos são filhos do Embaixador do Iraque em Portugal. Usaram a viatura diplomática para abalroar o jovem português. Depois de o perseguir, atropelaram-no e desferiram uma sucessão de murros e pontapés deixando o jovem lusitano junto ao lixo sendo encontrado de madrugada pelos funcionários municipais que faziam a recolha do mesmo.  O português foi transportado de urgência de helicóptero para o Hospital Santa Maria, em lisboa.
Com coma induzido, o miúdo já passou por uma das várias cirurgias que vai necessitar por ter sido desfigurado.  Está em estado muito grave por traumatismos cranianos. 

Entretanto, toda a imprensa nacional, controlada pela "agenda" refugiadista publicou hoje imagens de uma criança síria vítima de bombardeamentos em Allepo, na Siria.

Estamos a ser manipulados, desinformados, por um governo de extrema-esquerda que se está borrifando para PORTUGAL e para os portugueses.

Este crime onde a imunidade diplomática se confunde com impunidade está a abrir um precedente em PORTUGAL e mostra à saciedade que estamos sob o jugo de políticos anti-patriotas, marxistas e vendidos ao Islão.

Nem sequer deram o Embaixador e seus filhos terroristas como PERSONA NON GRATA.
Não há razão para não o fazer.
O Iraque não segue as regras de um Estado de Direito e não respeita o Direito Internacional.

PORTUGAL ESTÁ A SER GOVERNADO POR BANDIDOS ESQUERDOLAS AMIGOS DE MUÇULMANOS TERRORISTAS, IMORAIS, INDIGNOS, E TRAIDORES À PÁTRIA.

QUEREMOS JUSTIÇA!!

NUNO, o arquitecto e gestor que planta árvores no Porto

 O que o Nuno faz pela floresta?
Nuno Lopes está a começar a reconverter o seu pinhal em Trás-os-Montes num bosque nativo e a enriquecer a sua biodiversidade. “O bosque é constituído, essencialmente, por pinheiros-bravos em vários graus de maturidade que irão ser cortados ao longo dos anos”, explica à Wilder.
O plano de Nuno é plantar as árvores típicas da região, privilegiando o sobreiro (Quercus saber), o carvalho-cerquinho ou carvalho-português (Quercus faginea), a azinheira (Quercus rotundifolia) e o carvalho-negral (Quercus pyrenaica). O outro objectivo, acrescenta, é “reduzir a carga combustível”.
Além disto, Nuno participa regularmente em várias ações voluntárias desenvolvidas pelo Futuro – o projecto das 100.000 árvores na Área Metropolitana do Porto, como a plantação de árvores e a recolha de sementes.
Este colaborador do projeto já foi responsável pela coordenação de grupos de escolas em ações de plantação e reforçou à Wilder a importância das actividades que são desenvolvidas com os jovens.
Por que razão o faz?
“Em Portugal, assistimos não só à perda de área florestal, como à perda da qualidade da área florestal”, diz-nos Nuno, sublinhando o problema da introdução de árvores de crescimento rápido, “normalmente, árvores exóticas que só prejudicam as nossas florestas”.
Nuno acrescenta que, apesar de todas as espécies terem o seu valor, Portugal tem um vasto leque de espécies que estão no topo da lista das árvores mais valiosas do mundo. Contudo, estas não são devidamente aproveitadas. “Infelizmente, excetuando o sobreiro, essas árvores são maioritariamente desvalorizadas, tendo um baixíssimo valor e um baixíssimo reconhecimento.”
Para este cuidador de florestas, são de extrema importância as florestas folhosas ou mistas, ou seja, aquelas que combinam vegetação de folha caduca com espécies de folha persistente. “Uma aposta em florestas nativas mistas só beneficiaria Portugal em termos económicos, sociais e ambientais”, afirma.


A Sovietização de Portugal



Desde o aumento dos combustíveis (como se só os ricos tivessem carros) ao aumento do IMI para quem tem mais sol (mesmo para quem vive em Porto Brandão e Trafaria), passando pelas “bolas de Berlim”, até à banalização da promiscuidade entre governantes e empresas privadas (como se pagar viagens a secretários de Estado fosse normal), todos temos estado sujeitos à “Sovietização” estando sob o efeito placebo provocador de uma dormência generalizada na sociedade portuguesa.
Hoje, se consumimos somos tributados. Se trabalhamos somos pesadamente tributados. Se acumulamos poupança consideram-nos ricos, portanto, somos tributados. Se adquirimos casa própria somos ricos, portanto, somos tributados.
O Governo descobriu uma nova classe de ricos. São os mais de 75% de portugueses que têm casa própria. São os 50% de portugueses que têm automóvel. São os cerca de 25% de portugueses que fumam. São os cerca de 25% de portugueses que consomem pelo menos uma bebida alcoólica por dia. São os cerca de 25% de portugueses com seguros de saúde privados.
Importa recordar que o PS nas legislativas de 2015 obteve 1.747.685 votos. Ou seja, aqueles que têm levado a cabo a “Sovietização” de Portugal representam bem menos do que os 7,5 milhões de portugueses com casa própria; do que os 5 milhões de portugueses que têm automóvel; do que os 2,5 milhões que fumam; do que os 2,5 milhões que consomem álcool (moderadamente), e bem menos do que os 2,5 milhões que têm seguros de saúde privados.
Desta análise estamos a excluir ainda as nossas empresas e, principalmente, as PME que representam mais de 80% do nosso tecido empresarial e que têm visto serem agravadas as tributações às mais diversas actividades, além do eterno e pesado IRC.
O processo de “Sovietização” em curso parece querer o regresso ao modelo falhado do “socialismo real” aplicado na antiga União Soviética, que defendia o controlo económico e social através do poder musculado. O resultado final foi o paradigma do falhanço socialista.
Este processo tem também nuances do modelo cubano onde o estado, teoricamente, se apresenta como popular, socialista, defensor dos interesses dos trabalhadores e distribuidor da riqueza. Os resultados de Cuba são também um bom exemplo da miséria do socialismo com carácter totalitarista.
Mas o mais bizarro na “Sovietização” em curso são os traços do modelo venezuelano. É evidente no discurso da geringonça a defesa da política de estímulo ao consumo interno que no caso venezuelano teve o resultado de uma inflação brutal. Outro traço comum ao regime venezuelano é a despreocupação quanto ao equilíbrio da balança comercial, traduzindo-se isso num aumento das importações. Este desequilíbrio levará a um estrangulamento da iniciativa privada e, com isso, à diminuição do peso do sector privado, reduzindo o investimento e baixando a capacidade produtiva, aumentando o desemprego e, por consequência, a pobreza.
Afinal, o que nos tem trazido este processo de “Sovietização”? 
  • Temos mais desemprego (dados do INE); 
  • Aumentou a dívida publica pelo 4.º mês consecutivo (dados do BdP); 
  • As exportações estão em queda (dados do INE); ~
  • A poupança está em valores negativos, algo que não sucedia desde 1995 (dados do INE); 
  • O investimento cai pela 1.ª vez desde 2013 (dados do INE); 
  • A confiança dos consumidores voltou a cair (dados da CE); 
  • A actividade económica está com valores negativos, algo que não sucedia desde 2013 (dados do BdP). 
  • E a tudo isto ainda devemos acrescentar o aumento do número de famílias sobre-endividadas, resultado do estímulo ao consumo apregoado pelo Governo (dados da DECO).

Afinal, estamos pior e parece que a “Sovietização” que o Governo quer impor está a condenar Portugal ao fracasso. Até lá, veremos se escrever um artigo de opinião não passará também a pagar imposto.

Imagens exclusivas do momento em que RAFA assina pelos encornados...

AINDA NÃO ERA JOGADOR ENCORNADO É JÁ CONTRIBUÍA PARA A CONQUISTA DE UM TROFÉU
(repare-se que até impede que um colega melhor posicionado marque golo)

Finalmente creio que já percebemos aqueles golos falhados de baliza aberta...

Este negócio foi bem perceptível no jogo da supertaça

Que é como quem diz: ainda não tinha vestido a camisola e já contribuía para o primeiro troféu da época dos encornados...

O Porto em imagens (450)

Salão Árabe - Palácio da Bolsa

Olympics


O "emprego" da esquerda portuguesa


2 milhões para os bolsos dos "amigos" do socialista Sócrates vão para o lixo. Você pagou. Espero que continue a apoiar os socialistas e os "coisos"

Edíficio PSP de Cascais, obra de Sócrates custou 2 milhões e vai ser demolido



Treze anos depois de a obra ter sido entregue a uma empresa de um amigo de Sócrates, o edifício que se destinava à PSP de Cascais está em vias de ir abaixo.
O edifício de grandes dimensões que começou a ser construído há 13 anos para acolher a Divisão da PSP de Cascais e nunca foi acabado vai provavelmente ser demolido, afirmou ontem o presidente da câmara local, Carlos Carreiras. Em alternativa, a polícia, que se encontra há décadas num espaço sem quaisquer condições, irá ocupar, em data ainda desconhecida, o antigo Quartel Militar da Bateria da Parede, recentemente comprado pela câmara ao Estado.
Carlos Carreiras já tinha manifestado, no início do mês, a intenção de contribuir para que a PSP deixasse as instalações “degradantes” e provisórias em que está há mais de 60 anos, confirmou agora à Lusa que a divisão vai ser transferida para o antigo Quartel da Parede. “Já fechámos o acordo com o Ministério da Administração Interna (MAI), que apoiou também a decisão camarária de fornecer à PSP um conjunto de materiais de segurança dos agentes”, disse o autarca. Segundo noticiou na semana passada o Jornal da Região, citando o autarca, o edifício da antiga Brigada Fiscal, junto à lota de Cascais, acolherá também uma esquadra territorial e um serviço policial de apoio aos turistas. A decisão de realojar a PSP, disse Carlos Carreiras à Lusa, deverá obrigar à demolição do controverso “edifício amarelo”, um complexo de seis pisos que começou a ser construído em 1999 na Av. Engenheiro Adelino Amaro da Costa, perto do tribunal da vila, para acolher todos os serviços da divisão de Cascais.
O edifício, cujas obras nunca foram acabadas devido a problemas com os sucessivos empreiteiros e foi inicialmente muito contestado por causa da sua volumetria, já custou 2 milhões de euros, disse o autarca. E para se terminar a obra seria necessário gastar, pelo menos, mais 5 milhões de euros, acrescentou.”A indicação que temos é de que o edifício já não tem condições e investir um valor desses seria uma má decisão para recuperar uma coisa que à partida não é recuperável, portanto o mais provável é que seja demolido”, explicou, frisando, no entanto, que ainda será feita uma avaliação técnica para apurar a segurança e a funcionalidade do imóvel.
A saída da PSP das actuais instalações e a eventual demolição do “edifício amarelo” estão contempladas num protocolo que será assinado a 13 de Março pela autarquia e pelo MAI e que se prende com a reorganização das forças de segurança em Cascais. Além da divisão de Cascais, no Quartel da Parede vai passar a funcionar a Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial e ainda a Esquadra de Investigação Criminal. O plano prevê ainda uma nova esquadra na Abóbada e novas instalações para a PSP da Parede e de Carcavelos.