Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS


Pouco habituado a lidar com o crime? Deixa-me rir...

Luís Bernardo
  • foi durante seis anos assessor de José Sócrates, um primeiro-ministro que está acusado de 31 crimes alegadamente cometidos durante o exercício das suas funções.
  • agora, é diretor de comunicação de um clube liderado por Luís Filipe Vieira, que já foi condenado por ter roubado um camião.
Está assim tão pouco habituado a lidar com o crime?



Para memória futura


Havia mesmo necessidade?


A maior acção anti-corrupção no futebol português está em marcha: boifica já vê a 2ª divisão ... excepto se ...

INVESTIGADOS POR CORRUPÇÃO ACTIVA E PASSIVA
mas...
AINDA ASSIM



A bolha de Costa

Ontem de manhã, numa conferência, ouvi um palestrante vindo de Lisboa congratular-se com a possibilidade estar no Porto porque era "uma forma de sair da bolha". Revelando consciência crítica, disse mais: "Basta olhar para os acontecimentos dos últimos dias, para perceber que o devíamos fazer mais vezes".

Sim, para estar com o país que ardeu no domingo e na segunda-feira, é preciso sair da bolha que se forma naturalmente num dos estados mais centralistas da Europa. É preciso romper com esse manto isolante criado pela concentração de gabinetes governativos, institutos públicos, sedes partidárias, empresas, comunicação social, que invariavelmente têm a sua sede na capital. E não é fácil sair desse circuito fechado.

Se fosse, se os nossos governantes tivessem saído dos corredores do ar condicionado, teriam percebido que um país despovoado, com a floresta abandonada, atormentado pela seca, sujeitado às alterações climatéricas, com um sistema de Proteção Civil que mostrou a sua inoperância em Pedrógão Grande, era um desastre iminente. Teriam tomado a consciência de que não bastava adiar decisões à espera de um relatório, que era necessário assumir o estado de emergência que as circunstâncias exigiam.

Mas não deve ser fácil sair da bolha, quando nos dizem que a economia corre bem, que somos um exemplo na Europa, que ganhamos eleições e desbaratamos a oposição, que fechamos um Orçamento de Estado sem grandes dificuldades. Rodeado de tanto sucesso, António Costa não conseguiu sair da bolha na madrugada de segunda-feira, quando deu uma conferência de imprensa desconexa e irritada, nem quando falou ao país depois de se saber da dimensão das perdas humanas. Já Marcelo sabe e mostrou-o com clareza ao primeiro-ministro, ganhando um ascendente político que o tempo nos dirá como vai usar.

Mesmo agora, é difícil ajuizar se o primeiro-ministro consegue pensar fora da bolha, pois fez uma escolha, para substituir a ministra que havia sequestrado, que parece ainda mais concêntrica, mais igual a si próprio. Eduardo Cabrita pode ser um governante experimentado, detentor dessa qualidade intangível que é o "peso político". Mas todos nós ficaríamos bem mais descansados se, ao deixar de ser ministro-adjunto, ele tivesse conseguido concluir a reforma da descentralização, em vez de deixar uma história de propostas e recuos, pontuada por grandes discursos, que está muito longe de ter mudado alguma coisa de substancial. Já levava com ele o primeiro passo do muito que há a fazer se conseguirem ver para lá da bolha. [ David Pontes, no JN - negritos e sublinhados meus ]

Estranho este andebol português

  • Decorreu há pouco no pavilhão dos lampiões um prélio que envolveu os porcos encornados e os lagartos de alvalade. 
  • As saloias equipas lisboetas empenham-se particularmente na vitória para que, os vitoriosos passem a semana a zurzir na mona dos derrotados.
  • Pois bem, sendo um jogo de grandes rivalidades e sendo o andebol um desporto de contacto, é comum, muito comum, ocorrerem várias exclusões de 2 minutos e até, muitas vezes, expulsões. Que o diga o FC Porto, vítima preferida dos árbitros de andebol. 
  • Voltando ao jogo desta noite, reparem nas estatísticas: apenas 2 exclusões . É obra. Ou será outras coisa?

3 jogos, 3 derrotas, 3 expulsões. Pois é, na Europa não há emails... Ou será padres?


Foram lá agora?

DOIS DIAS DEPOIS DOS ADVOGADOS DIZEREM: "PODEM VIR"

DEPOIS DA LIMPEZA EFECTUADA...



Comunicado da Procuradoria-Geral da República:

"Ao abrigo do disposto no art. 86.º, n.º 13, al. b) do Código de Processo Penal, a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa torna público o seguinte:
No âmbito de um inquérito da 9ª secção do DIAP de Lisboa foram emitidos mandados de busca domiciliária e não domiciliária, relativos a investigação em curso pelos crimes de corrupção passiva e activa.
No inquérito investiga-se a prática, por parte de um suspeito, dos referidos crimes, relacionados com os denominados emails do Benfica.
A operação encontra-se em curso, contando com a presença de 4 magistrados do Ministério Público, 2 Juízes de instrução e 28 elementos da PJ, incluindo Inspectores e Peritos financeiros e contabilísticos e informáticos.
O inquérito encontra-se em segredo de justiça."


Enquanto morriam 101 Portugueses queimados, discutiam-se no Parlamento os "temas fracturantes" da esquerda

- a alteração de sexo aos 16 anos
- a adopção por casais gay
- licença de parto e amamentação para o Pai
- a entrada dos animais nos restaurantes
- 35 horas de trabalho e o descongelamento das carreiras na função pública



O peculiar sorteio da Taça de Portugal


A incrível moto eléctrica que nunca cai

O “USA Today” chamou-lhe o "Steve Jobs" dos veículos motorizados. E a revista “Forbes” saudou com entusiasmo o facto do projeto de Daniel Kim ter obtido um milhão de dólares na sua primeira ronda de financiamento. Assim, pode dizer-se que a Lit Motors nasceu com bons presságios. E, uma vez visto o resultado do que será o primeiro modelo no mercado do seu C-1, parece que não irá defraudar as expectativas criadas.


Como muitas outras crianças, a paixão de Kim pela construção de coisas e pelo empreendedorismo nasceu com o Lego. Mas, ao contrário do resto dos jovens que abandonam o seu hobby quando atingem a idade adulta, o que Kim deixou foram os seus estudos universitários - Biologia e Física - para trabalhar como mecânico numa oficina. A sua ideia era montar coisas, dar forma a projectos e, porque não, reinventar o transporte humano. Antes de fundar a Lit Motors, Daniel realizou uma viagem solitária à volta do mundo durante 12 meses que o levou a visitar 106 países, de onde regressou com uma evidência - a maioria das pessoas no planeta move-se com veículos de duas rodas - e uma visão: ele iria encarregar-se de fabricar o meio de transporte do futuro.
Determinado a realizar o seu projecto, Kim voltou para a universidade e formou-se em Design e Transporte Sustentável. E nasceram os primeiros esboços da moto eléctrica que colocou a Lit Motors no mapa das empresas a ter em consideração nos próximos anos. Há aqueles que poderiam considerar que tanto alarido sobre uma simples moto é um pouco exagerado, mas um simples olhar sobre as características da C-1 é suficiente para convencer a maioria dos céticos. É um veículo de duas rodas, completamente coberto e com um sistema de estabilidade suportado por giroscópios que tornam tão difícil de se virar como um carro. Também é rápido (até 160 km/h) e limpo, pois funciona com um motor elétrico.
Mas quando os indicadores pareciam adequados para que a ideia de Kim começasse a circular pelas estradas, um grave acidente de moto meteu tudo em risco. O fundador da empresa esteve prestes a perder a vida; levou quase um ano a recuperar, mas saiu com uma nova aprendizagem: também haverá modelos do C-1 adaptados a utilizadores com mobilidade reduzida, dando assim um salto que não estava nos planos iniciais.
O C-1 ainda não se encontra a circular nas estradas, mas Kim conta já com várias encomendas, pelo que em breve veremos esta inovação a mudar a forma como nos transportamos no mundo.
[ daqui ]

O polvo encornado continua a actuar: o ferrari vermelho de monte gordo foi o "escolhido"...

"padre" Nuno Almeida, o Ferrari vermelho de Monte Gordo, "nomeado" para o jogo dos encornados da próxima jornada frente ao Desportivo das Aves



Gerês pintado de Outono!

Perú dentro do galinheiro


... do frango


Svilar é frangueiro, la la la, Svilar é frangueiro la la la, Svilar é frangueiro, la la la

3 derrotas consecutivas, em casa, ZERO remates à baliza, um novo guarda-redes frangueiro e o Luisão expulso, ha ha ha ha 


... e leve consigo o usurpador assassino



Comunistas são assim, mentirosos e convencidos que os demais são lerdos: então como chegaram à geringonça?


Os comunistas reagiram em comunicado às declarações do Presidente da República, que instou o Parlamento a clarificar se quer ou não manter em funções o Governo. PCP não quer problemas da floresta como "pretexto" para fins partidários.

Um povo que permite um governo ilegítimo é assim... cobarde e sem tomates


O aglomerado PS + PCP + BE ficará sempre ligado ao ASSASSÍNIO. Habitual nos governos da esquerda

A PROPAGANDA NÃO RESISTE À REALIDADE:


Rui Moreira dixit: Para que nos serve o Estado?

Para que nos serve o Estado?

  • Como nos podemos defender, quando o Estado que tem o monopólio da força nos falha?
  • Como entender as prioridades de um País cuja administração cresce sucessivamente, carregando o seu peso num retalho cada vez mais pequeno? Quando a governação depende dessa administração que deveria comandar? Quando se inverteu a ordem natural da hierarquia democrática?
  • Como avaliar as prioridades nacionais? Como se pode falar sempre e obsessivamente de direitos adquiridos quando não se defendem os direitos primários e inatos?
  • Como tolerar tudo isto? Como acreditar no futuro? Como esquecer o que se viu? E o que, a propósito, se ouviu e não se ouviu?

Sim, as palavras do Presidente transmitem-nos muita e muita caridade. Teria tocado no coração de todos, e não apenas em todos aqueles que estão feridos, despojados, órfãos, atónitos, tristes, zangados, se não se desse o caso de os outros, muitos e muitos outros, não estarem interessados em mudar nada, nada, nada.

Está em causa a coesão de Portugal. Porque já não há um estado uno. Há um estado exíguo, entrincheirado. Há um pseudo-estado, sem soberania, sem territorialidade.

Para que nos serve essa impostura, quando a Nação se sente abandonada?

São estes os factos. Levará tempo, é uma característica nossa, mas é inevitável que estes factos se transformem em argumentos.

Não merecíamos mais...

(... melhor o resultado que a -muito fraca- exibição ...)
(sofrer 2 golos em 3 minutos ???)



Risos madrugadores, férias, contradições e zero demissões: estamos entregues a assassinos


O pulha: gastos dos gabinetes de Costa acima de Sócrates

Despesa com salários, telemóveis, viagens, alojamento ou combustíveis vai superar marca alcançada em 2011

Os orçamentos dos gabinetes dos 61 membros do Governo deverão atingir os 63,1 milhões de euros no próximo ano, o que representa um acréscimo de 1,8 milhões (2,9%) em relação a este ano, de acordo com a análise do JN/Dinheiro Vivo aos números que constam nos mapas informativos que acompanham a proposta de Orçamento do Estado para 2018. [ daqui ]

Um verme será sempre um verme


Povo cretino e imbecilizado que permite que um governo incompetente e assassino se mantenha em funções!

Mais nada!

Ainda sobre a Taça de Portugal


Liga dos Campeões: em qualquer lugar, a toda a hora Somos Porto!


Uma comédia chamada estado português

“O mais fácil para mim seria a demissão”, disse a ministra da Administração Interna. Por favor, faça o mais fácil, e vá-se embora de vez.
Quando tudo corre mal, o Estado Todo Poderoso descobre subitamente que compete a cada cidadão desenrascar-se sozinho. Foi o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, quem o disse: “Têm de ser as próprias comunidades a ser proactivas e não ficarmos todos à espera que apareçam os nossos bombeiros e aviões para nos resolver os problemas. Temos de nos auto-proteger.” A ministra repetiu a mesma ideia: “As comunidades têm de se tornar mais resilientes às catástrofes.Secretário de Estado e ministra só se esqueceram de acrescentar este detalhe: muitas das vítimas deste domingo morreram a tentar fazer isso mesmo – a tentar salvar sozinhas as suas casas, os seus armazéns, ou simplesmente as suas vidas. Trinta e seis (à hora a que escrevo) não conseguiram.

Se sacudir a água do capote servisse para apagar as chamas já não havia fogos em Portugal. O governo que nos desgoverna mete o nariz em tudo o que pode, e no próximo ano até vai controlar, para efeitos fiscais, o sal que comemos. Mas quando se trata de assumir a responsabilidade por mais uma catástrofe de dimensões absurdas, a mensagem socialista inspira-se naqueles que antigamente classificava como “fanáticos neoliberais”. O secretário de Estado aconselha-nos a sair da nossa zona de conforto. A ministra produz uma variação do célebre “ai aguenta, aguenta”. O primeiro-ministro garante não ter uma “varinha mágica” que possa resolver a situação e que andar por aí a exigir demissões de ministros é coisa “infantil”. As boas notícias são consequência do enorme mérito do governo. As más notícias são azares da mãe natureza e do aquecimento global. Quem discordar é uma criança.

Constança Urbano de Sousa, antes de nos informar que não teve férias, repetiu um par de vezes que estávamos perante “uma situação absolutamente extraordinária”. A ministra passou o dia a fazer o playback de Pedrógão Grande. Só que o disco está riscado. Se uma tragédia acontece duas vezes em quatro meses ela não é absolutamente extraordinária. E não sendo – nem sequer faltaram os carros calcinados em Oliveira do Hospital –, isso significa que o Estado voltou a falhar na mais básica das tarefas: proteger a vida dos seus cidadãos. António Costa fez tudo para que ninguém perdesse demasiado tempo a ler o relatório de Pedrógão Grande. Não só fez declarações públicas sem o ter lido na totalidade (foi o próprio quem o admitiu), como o timing da sua divulgação (pós-eleições autárquicas, orçamento para 2018, acusação a José Sócrates) teve como consequência um débil impacto público. Infelizmente para ele, e para todos nós, a natureza trocou-lhe as voltas.

Por isso, é fundamental lembrar que as conclusões do relatório não subscrevem a sua narrativa favorita sobre os fogos. Sim, é verdade que muitos dos problemas são estruturais e vão demorar anos a ser corrigidos. Mas é igualmente verdade que o relatório aponta para falhas muito concretas na coordenação da Protecção Civil, na não-antecipação da fase Charlie, no atraso no evacuamento das aldeias, na falta de informação das populações, na ignorância científica de quem combate o fogo, nas nomeações de boys para a Protecção Civil. Nada disto tem a ver com pinheiros e eucaliptos. Tudo isto tem a ver com responsabilidades políticas – que Costa ignora olimpicamente, como se viu no seu discurso de ontem. “O mais fácil para mim seria a demissão”, disse a ministra da Administração Interna. Por favor, faça o mais fácil, e vá-se embora de vez. [ João Miguel Tavares aqui ]

A propósito dessa magnífica lei que o nosso parlamento de loucos aprovou (II)


As outras vítimas....




Pois é ....

... e o burro era o Passos ???


Parafraseando o grande idiota, perdão, secretário de estado do governo socialista-marxista-leninista

Os políticos têm de ser mais proactivos, têm de se auto-sustentarem. Não podem estar à espera dos nossos impostos!

Os portugueses dispensam um chefe de Governo que lhes diz que isto vai acontecer outra vez

RUA

Onde anda a esquerda marxista-leninista?

Agora não é popular aparecer..

Estes fdp


"...era bom que (o juiz) tomasse cautelas"

boifica reage ao caso dos emails ameaçando o juiz:

"Vamos pôr os pontos nos is. Têm sido praticados crimes no Porto Canal reiteradamente: devassa meios informáticos, violação de correspondência e injúrias ao prestigio e honra da pessoa colectiva boifica - SAD. É essencial que a PJ investigue nesta casa se o que é divulgado nos emails tem correspondência com a prática de crimes. Investigue-se, se o email é falso ou determinou adulteração do resultado, é o que tem de ser apurado, é o que interessa. O boifica não é devedor de nada, somos credores da investigação. MP e PJ têm que dar uma resposta. A invasão ao sistema informático slb é de Abril e já foi feita participação nessa altura. A proactividade do boifica é total e excessiva. Já participei a cada um dos membros do MP e até agora nada, zero. Nós, advogados, preconizamos uma investigação rápida, séria, profunda desta matéria divulgada no Porto Canal. Algo tem ser resolvido, o primeiro-ministro, perdão o presidente já desafiou toda gente. Esta providência cautelar tem em si mesmo alguns ingredientes paradoxais, porque, sem prejuízo da simpatia clubística afirmada pelo juiz, era bom que tomasse cautelas", afirmou João Correia, advogado do boifica, ao canal do clube.

"Algum resultado foi obtido através de coação? Se sim, o Benfica tem de ser punido, se não, quem terá ser punido?", questionou ainda. [ adaptado daqui ]

Isto é tudo muito bonito. Mas depois como é que se paga?

Em 2018 teremos, basicamente, a repetição da fórmula: aumento estrutural da despesa que é paga, em grande parte, com receitas conjunturais ou extraordinárias. E quando estas desaparecerem?

Raramente um único orçamento anual representa, só por si, a desgraça ou a salvação de uma economia. Mesmo os governantes mais empenhados e eficazes não conseguem, em 12 meses, fazer tantas asneiras ou ter tanta virtude de forma a mudarem de forma decisiva e duradoura o que quer que seja.

Isto acontece, em grande parte, porque cada orçamento recebe sempre uma herança a partir da qual é feito: um conjunto de leis que obriga a um determinado montante de transferências, um certo número de organismos e funcionários, níveis salariais, dívida para pagar, melhor ou pior capacidade de financiamento do Estado, estrutura fiscal, serviços contratados, investimentos em curso, etc.

Depois, há a conjuntura externa que nenhum ministro das Finanças controla e que tem impacto nas contas. E só depois disso, na margem relativamente estreita que resta, se reflectem as opções políticas, económicas e financeiras. É como conduzir um navio de grande porte: o destino perante qualquer obstáculo ou dificuldade foi decidido umas largas centenas de metros atrás e não no momento em que se está perante eles.

Recuando uns anos, diria que os Orçamentos de 2010 ou 2011 foram já pouco decisivos para a desgraça que nos haveria de ocorrer. O problema é que a longo de anos fomos acumulando desequilíbrios, patamares rígidos de despesa, compromissos para pagar e dívida para alimentar de tal forma elevados que mesmo com um ajustamento duríssimo nunca seriam revertidos num ou dois anos. Como, aliás, sentimos e continuamos a sentir.
Quando se olha para um exercício orçamental a questão é, então, a de tentar perceber o que é que cada governo está a fazer com os graus de liberdade que tem em mãos, não apenas para o ano em causa mas, também, para os que se seguem.

O Orçamento do Estado para 2018 é já o terceiro deste governo e permite-nos, por isso, olhar para a estratégia orçamental que está a ser seguida para além da espuma do curto prazo.

Este governo tem, notoriamente, a maior margem de manobra orçamental da última década. Não só recebeu um Estado com um défice já em torno dos 3% – embora à custa de impostos muito elevados e de cortes temporários e extraordinários na despesa – como beneficia de um ciclo positivo com a economia a acelerar, o desemprego a diminuir e as taxas de juro em queda nos últimos meses, fruto da confiança que o país foi reconquistando junto dos credores.

Em contrapartida, o Estado continua com uma dívida muito elevada e que continua a subir. Neste contexto, que é que tem sido feito?

Tem-se aumentado a despesa salarial da função pública e prestações sociais e reduzido impostos sobre o rendimento das famílias e para alguns sectores específicos, como foi o caso dos restaurantes.

Isto tem sido pago com o aumento de impostos sobre o consumo, cortes nas compras do Estado, cortes no investimento, poupança nos encargos com juros e algumas receitas extraordinárias como o perdão fiscal ou os dividendos do Banco de Portugal.

A conjuntura favorável tem permitido que, ano após ano, o saldo seja atingido e até com reduções do défice além do previsto, o que se aplaude. E isso tem sido conseguido com as permanentes correcções que vão sendo feitas na execução orçamental ao longo do ano, compensando os desvios provocados por derrapagens nalgumas despesas ou em alguns impostos. Foi assim em 2016 e está a ser assim em 2017.

Em relação a este ano, o relatório do Orçamento para 2018, apresentado esta sexta-feira, mostra que as despesas com pessoal deverão ficar 430 milhões acima das previsões. Pois, não há milagres. Voltou a aumentar o número de funcionários públicos – contrariando o compromisso feito com Bruxelas de admitir apenas um funcionário pora cada dois que saíssem – e a passagem do horário semanal de trabalho de 40 para 35 horas também aumentou a despesa.

As prestações sociais também estão cerca de 400 milhões acima do previsto.
Como é que isto está a ser compensado, de forma a conseguir-se mesmo um défice inferior ao previsto? Primeiro com uma receita de impostos que deverá ficar acima do previsto em cerca de mil milhões de euros. A carga fiscal, medida no seu peso na economia, vai subir e não descer, como o Governo disse há um ano.

Depois com a ajuda da factura de juros, que nenhum governo controla, que deverá ser 700 milhões inferior ao orçamentado. E também com mais um corte no investimento, que tem uma descida de 450 milhões em relação ao orçamentado.

E para 2018, o que decidiu o governo? Vai avançar o descongelamento das carreiras da função pública (211 milhões de impacto só em 2018), vão ocorrer novos aumentos extraordinários das pensões (154 milhões) e uma redução generalizada do IRS (490 milhões).

Isto vai ser pago com aumentos de impostos, sobretudo sobre o consumo, muito mais discretos do que o IRS (230 milhões), dividendos do Banco de Portugal (148 milhões), poupança em juros (307 milhões) e uma dita contenção – não confundir com corte – de outra despesa (480 milhões).

Temos, basicamente, a repetição da fórmula: aumento estrutural da despesa que é paga, em grande parte, com receitas conjunturais ou extraordinárias.

Não está em causa se o IRS deve ser reduzido – sim, deve, tal como o IRC e outros impostos -, se as carreiras na função pública devem ser retomadas ou se as pensões devem ser aumentadas, sobretudo as miseráveis pensões mais baixas.

O que está em causa, agora como no passado, é se o Estado e a economia podem suportar esses encargos de forma continuada, sem sobressaltos e sem hipotecar as condições competitivas e para a criação de riqueza no futuro. É que a generalidade dos aumentos de despesa ficam para os próximos anos e serão muito difíceis de reverter, como se viu no período da troika.

Agora estamos num período de crescimento económico, de juros mais baixos e de dividendos do Banco de Portugal que vão dando para pagar todas estas facturas. Mas, e daqui a dois ou três anos? Conseguimos pagar estas facturas se houver um abrandamento? E se os juros subirem dois ou três pontos? Não precisamos sequer se colocar em cima da mesa um cenário mais radical de uma crise financeira profunda.

Além disso, as margens de liberdade orçamental que agora dispomos não estão a ser aproveitadas para melhorar a posição competitiva do país. A carga fiscal volta a subir este ano, o desprezo pelas empresas e pelas suas condições de competitividade é evidente, o combate aos meandros da burocracia não existe e o Estado vai voltando a engordar, em vez de ganhar agilidade e eficiência. Continuamos sem uma cultura de regulação forte, a concorrência nos negócios é desvalorizada. Voltamos ao imobiliário. A taxa de poupança está em mínimos históricos.

As políticas públicas, com destaque para a orçamental, demitem-se de dar aos agentes económicos os incentivos certos para sairmos da letargia.

Virá o fim do ano, com o défice em baixa e toda a gente mais ou menos satisfeita, mesmo aqueles que pagam nas lojas os impostos que deixaram de pagar no IRS. As contas do ano batem certas e isso é que importa. Agora até a vaga de turistas ajuda a disfarçar as nossas eternas fraquezas.

E nem reparamos que o fardo está de novo a aumentar sem que alguma coisa mude ou se aprenda com os erros do passado recente. Este ano ainda podemos suportá-lo. Em 2018 talvez. E depois? Importam-se de explicar ou isso não é conversa que se tenha à mesa do orçamento? [ Paulo Ferreira ]

Incêndios: Entre os pingos da chuva

O PS não sabe, não lê, não vê. Uns dirão que a táctica é de génio – e, pelas sondagens, funciona. Mas o que é mesmo é uma vergonha. Com 65 vidas em causa e o país em chamas, até onde irá o calculismo?

Portugal arde outra vez. E, cerca de 4 meses após as primeiras chamas em Pedrógão Grande, arde igual. Assiste-se à mesma impreparação operacional, ao mesmo descontrolo, aos mesmos lamentos, às mesmas caras, ao mesmo desespero das populações, às mesmas desculpas políticas. Tudo na mesma. E não tinha de ser assim: os erros fatais nos incêndios do Verão foram há muito identificados e, em termos operacionais, só não se promoveram mudanças por opção. Por opção política, entenda-se.

A questão política está, aliás, bem explícita no relatório independente sobre o incêndio em Pedrógão Grande (que, num acto esclarecedor, António Costa apresentou sem ter lido). Relata o caos operacional que se viveu no terreno. Critica o amadorismo com que a Protecção Civil (invadida de incompetentes com cartão partidário) geriu os acontecimentos, prejudicando a segurança das populações. Sugere que vidas poderiam ter sido poupadas se decisões mais rápidas e acertadas tivessem sido tomadas. Denuncia o exibicionismo político que, no local, atrapalhou mais do que ajudou. Comprova a falha do SIRESP. Descreve a manipulação dos registos da linha temporal dos factos – feita, naturalmente, por alguém com poder para a alterar. E explica que, quando foram necessários, meios aéreos ficaram no chão por picuinhices – um helicóptero não foi utilizado porque estava a 42 km do incêndio, visto que os regulamentos estipulam 40 km como distância máxima autorizada.
 
O relato de incompetências é demolidor. De-mo-li-dor. Mas, pelos vistos, não o suficiente para provocar consequências políticas ou inflamar a opinião pública. Porquê? Uma resposta possível é porque o PS conseguiu encaixar a divulgação do relatório independente sobre Pedrógão Grande entre o pós-autárquicas e o orçamento de estado. Quando toda a gente quer saber o que lhe vai cair a mais no bolso. Quando o PSD está às turras por uma nova liderança. Quando a acusação de Sócrates vê a luz do dia e toma para si a agenda mediática. Quando, por mais estrondosas que sejam as conclusões do relatório, o ruído à volta é ensurdecedor e dispersa e abafa tudo. Quando, no fundo, já ninguém quer saber. E o resultado está à vista: o que consta do relatório chegaria para fazer cair um governo, mas nem fará sair uma ministra.
 
É tudo estratégia de comunicação? Chamem-lhe o que quiserem, mas é assim que o PS governa: passando entre os pingos da chuva. Não leu os relatórios. Não soube das informações. Não averiguou as acusações. Não esperava tal evolução dos acontecimentos. Não havia nada que pudesse fazer. Não lhe era possível prever que o mundo mudaria tão inesperadamente. Não era consigo, limitou-se a herdar as complicações. Não viu nada de suspeito nos comportamentos de com quem privou. Ninguém o alertou para situações menos correctas. Não tem a certeza de que os problemas realmente existam – no limite, não existem. Não consegue fazer nada contra a má-fé da oposição. No fundo, a haver culpas, pertencem aos outros.
 
Uns dirão que a táctica é de génio – até porque, a confiar nas sondagens, funciona. Mas o que é mesmo é uma vergonha um país sujeitar-se a tamanha impunidade, abdicando do escrutínio democrático e sacrificando a confiança popular no Estado. Com 65 vidas em causa e o país novamente em chamas, até onde irá o calculismo do governo?
Esse calculismo irá até onde Marcelo permitir que vá. O Presidente da República tem sublinhado a impossibilidade de o país permanecer sem respostas e sem apuramento de responsabilidades políticas. Mas, como já se tornou evidente, as suas recomendações terão pela frente a resistência dos socialistas, indisponíveis para aceitar que o seu governo falhou. Eis a prova de fogo presidencial. Para garantir justiça quanto a Pedrógão, Marcelo terá de a impor usando da sua força política e, talvez, quebrar a boa relação que tem mantido com António Costa. Estará disposto a isso? É bom que esteja. Perante a gravidade dos factos, um presidente que não sirva para isso, não serve para nada.

[ Alexandre Homem Cristo ]

A propósito dessa magnífica lei que o nosso parlamento de loucos aprovou (I)


Quem quer menos teatro e mais acção: este criminoso e os "amigos" atrás das grades!?


Antena 1: continuamos a pagar impostos para esses cães centralistas e colonialistas?


O regime está a brincar com o fogo.
A Antena 1, rádio pública, repito  PÚBLICA !!!, paga inevitavelmente por todos nós, decidiu não emitir o relato do Lusitano de Évora - FC Porto. Ontem transmitiu o Olhanense - boifica, como já o havia feito com o Oleiros-sporting.
Segundo informações que obtivemos, tratou-se de uma opção exclusivamente editorial e não houve nenhum problema técnico que impedisse a emissão do relato a partir de Belém.
Esta atitude vem somar-se a outras e a uma política editorial visivelmente enviesada, anti-FC Porto, anti-Porto e anti-Norte. Uma rádio onde Carlos Janela, cérebro das cartilhas, fala como "especialista em gestão de activos" é uma peça da propaganda nacional-benfiquista ou um tal balofo Gobern tem o seu tempo de antena.
Para quê continuar a contribuir para os salários milionários destes imbecis? Para quê fazer parte deste esquema viciado que nos prejudica e ostraciza?
O Porto e o Norte têm de se libertar das amarras do centralismo e colonialismo lisboeta.

Brevemente, um novo hostel perto de si...

Ainda dizem que o m2 está caríssimo no casco histórico... Será mais um futuro hostel?


Hóquei em Patins: FC Porto Penta na Supertaça de Portugal

Esta é a lista das últimas cinco competições oficiais de hóquei em patins disputadas em Portugal:

Taça de Portugal de 2016 - vencedor: FC Porto
Supertaça de Portugal de 2016 - vencedor: FC Porto
Campeonato Nacional de 2017 - vencedor: FC Porto
Taça de Portugal de 2017 - vencedor: FC Porto
Supertaça de Portugal de 2017 - vencedor: FC Porto


Contra os padres da modalidade, contra a TVI e contra o MaisFutebol, o FC Porto afirma-se como o dominador absoluto de um dos desportos mais queridos pelos portugueses. Viva o Futebol Clube do Porto!


E o boifica tem que ser castigado por isto! Ou continuam a pensar que somos todos lerdos e comemos gelados com a testa?

O boifica é, definitivamente, um clube fora da lei.
O Regulamento da Taça de Portugal, da autoria da Federação Portuguesa de Futebol, determina que "nos jogos objecto de transmissão televisiva, os clubes são obrigados a organizar uma conferência de imprensa, prévia ao jogo, na qual todos os órgãos de comunicação social podem ter acesso".
O boifica jogou hoje frente ao Olhanense, para a Taça de Portugal, e o jogo foi alvo de transmissão televisiva. Ontem, Rui Vitória falou apenas à BTV, ou seja, não se realizou uma conferência de imprensa.
Ficamos à espera que a FPF, tão zelosa a condenar um clima de ódio que é provocado por um clube que actua constantemente à margem da lei, se preocupe de igual forma com o cumprimento dos seus próprios regulamentos e puna exemplarmente quem os viola com todo o descaramento.


Num governo de um país sério é assim...



Em Portugal você já sabe o que essa merda do governo faz quando morrem 57 pessoas. Ou quando um arsenal do exército é roubado:


PEDROGÃO GRANDE

Costa diz que os portugueses não querem demissão da ministra

"Não é isso que as pessoas esperam", reiterou António Costa

O FC Porto deu 6-0 ao ... Cristiano Ronaldo!?


Momento Musical

Piores maneiras de pedir alguém em casamento

A revolução socialista russa ...

A propósito do centenário da revolução socialista russa de Outubro de 1917 que se assinala, um título muito apropriado para a ocasião é este: 
100 Anos, 100 Milhões de Mortos
como no cartaz abaixo exposto em Times Square em Nova Iorque.



Quem preferir a versão lírica do PCP, pode encontrá-la aqui.