Kosta de Alhabaite

Nortenho, do Condado Portucalense

Se em 1628 os Portuenses foram os primeiros a revoltar-se contra o domínio dos Filipes, está na hora de nos levantarmos de novo, agora contra a colonização lisboeta!

Mentiras do dia-a-dia

Aljezur, jóia da Costa Vicentina

Tipos de casais

O Castelo de Montemor-o-Velho (vista aérea)

Hugo Miguel: "Gosto tanto de os ver a provarem do próprio veneno... Muito bom!!!"

Não, não foi "apenas um mero desabafo sobre um assunto pessoal" como ele disse.
Hugo Miguel tinha estado em evidência negativa no polémico jogo que opôs o Braga e o FC Porto e cujo resultado acabou com as esperanças portistas de chegar ao título, entregando-o quase de bandeja aos lampiões:
  • 3 penalidades perdoadas aos bracarenses
  • uma expulsão tão anedótica como inacreditável de Brahimi
  • permissividade à extraordinária agressividade dos bracarenses
Estes foram "alguns" dos erros do árbitro LISBOETA!

 
Depois, surge esta "enigmática" mensagem no seu facebook. Ou seja, gozou e depois insultou a inteligência de todos os Portistas.
 
A publicação, entretanto pagadada, bem como a conta que igualmente foi encerrada, recorde-se, surgiu durante um programa da TVI em que se debatia a rede de corrupção montada pelo boifica na arbitragem. O post foi publicado no momento em que o representante do FCPorto se queixava desse esquema enunciado numa troca de emails, indiciadores de corrupção e manipulação de resultados a favor dos encornados de lisboa, entre Pedro Guerra, director de conteúdos da BTV, e Adão Mendes, antigo árbitro da Associação de Futebol de Braga.
 
  • NOTE-SE: alguns dos seus "amigos" suspeitos, ou melhor, "SUSPEITOS AMIGOS", como o ex-benfiquista, perdão, ex-árbitro Duarte Gomes reagiu colocando três sorrisos; já o cartilheiro-mor Carlos Janela pôs "gosto".  Para assunto pessoal ficamos entendidos...
 

É este árbitro que amanhã chega ao Estádio do Dragão para apitar um jogo entre o FC Porto e a lisboeta equipa do Estoril (a mesma que "vendeu" um campeonato aos lampiões). 
 
Quem acreditar que irá fazer uma arbitragem isenta merece ser interditado no Magalhães Lemos!
 
Vamos recebê-lo como merecem os incompetentes? Ou continuaremos a pactuar com as "MISSAS DESTES PADRES" ?

1 Livro por Mês: JUNHO, JULHO e AGOSTO

Um triologia espantosa para leitores peculiares
Tudo começou com o facto de ter visto o filme de Tim Burton baseado no romance de estreia do autor americano Ransom Riggs. A história é contada através de uma combinação de narrativa e fotografias vernaculares dos arquivos pessoais de colecionadores listados pelo autor.
O livro foi inicialmente concebido para ser um livro de imagens com fotografias que Riggs havia colectado, mas a conselho de um editor da Quirk Books, ele acabou por usar as fotografias como um guia para montar uma narrativa.
Como se pode perceber, Riggs era um colecionador de fotografias, mas precisava de mais para o seu romance. Foi assim que conheceu Leonard Lightfoot, um colecionador conhecido no Rose Bowl Flea Market e que o foi apresentado a outros coleccionadores.O resultado foi uma história sobre um menino que segue pistas de fotografias antigas de seu avô, que o conduz a uma aventura que o leva a um grande orfanato abandonado em uma ilha galesa.
Os críticos em geral elogiaram o livro pelo uso criativo de fotografias vintage, assim como boa caracterização e cenário.

Livro I :  O lar da senhora Peregrine para Crianças Peculiares


Este romance é muito mais do que a capa possa sugerir. Parece um livro assustador, mas, não deixando de o ser, é isso sim uma bela história num mundo de magia e fantasia que não pode deixar de ser emocionalmente associada às aventuras de Peter Pan.
A história fala de Jacob, um complicado adolescente americano de 16 anos (ainda mais complicado do que um teenager normal) muito ligado ao seu avô, um homem conhecido por contar histórias mirabolantes alegadamente verdadeiras. Após a morte do avô em circunstâncias estranhas e violentas, Jacob torna-se um rapaz ainda mais complicado e fechado em si próprio. Os pais acabam por concordar que a solução para tal pode passar por um melhor conhecimento do passado do avô. Assim, Jacob e o pai viajam então para uma ilha remota do País de Gales na senda do passado do seu avô e o rapaz acaba por literalmente  viajar no tempo até à Segunda Guerra Mundial. É que nessa ilha Jacob descobre numa casa abandonada um portal que dá acesso ao passado, onde finalmente verá esclarecidas todas as dúvidas em relação ao avô e a si próprio. Do outro lado do portal depara-se com um grupo de crianças peculiares, com quem irá espantar-se e viver grandes aventuras e desvendar mistérios de passado/presente.
Mesmo sendo uma obra com grande aposta nos diálogos, apresenta boas descrições de lugares e ambientes e presenteia o leitor com um final pleno de acção e emoção.
O romance, aparentemente, será vocacionado para os mais jovens, mas não duvidem de que é bem apropriado para os mais velhos dado o seu imaginativo e bem concebido enredo, capaz de assustar, intrigar e maravilhar.
 
O livro está recheado com as tais fotos estranhas que Ransom Riggs descobriu:
 
  
 
Filme By Tim Burton
com interpretações de Eva Green, Asa Butterfield e Samuel L. Jackson, entre outros:

 
 
Livro II :  Cidade sem Alma
 
"Hollow City" é o segundo volume da trilogia “Miss Peregrine’s Peculiar Children” do escritor americano Ransom Riggs. A história continua exactamente onde para o primeiro livro “Miss Peregrine’s Home For Peculiar Children”.

Este volume começa precisamente por rever a fuga das crianças peculiares de Miss Peregrine ao grupo de hollows e o resgate de Miss Peregrine, que havia sido sequestrada, e agora está na forma de pássaro. A casa e o loop em que as crianças viveram durante 80 anos não existe mais e agora elas estão a decidir o que fazer e quais serão seus próximos passos. O grupo precisa ajudar a Miss Peregrine que por algum motivo não consegue retornar à sua figura humana. Elas deslocam-se até Londres, a cidade onde esperam encontrar a ajuda necessária para sua mentora e protectora.

O livro todo apresenta o que acontece nos três dias que antecedem a chegada a Londres das crianças. Obviamente essa viagem não é fácil. Os mesmos hollows e wights que destruiram o lar das crianças e o loop em que viviam continuam a persegui-las, dificultando cada passo que elas precisam dar.
A reviravolta no fim da história é incrível e completamente inesperada. É essa reviravolta que faz com que o segundo livro não seja um caso perdido, e ao mesmo tempo é o que engata a história do livro seguinte.

 
Livro III :  Biblioteca de Almas
 
«A Biblioteca de Almas» encerra a trilogia das Crianças Peculiares da Senhora Peregrine, de Ransom Riggs e assim as aventuras de Jacob Portman, o herói que viajou no tempo para encontrar as crianças peculiares e que descobre que também ele é detentor de uma peculiaridade. Em Biblioteca de Almas todas as pontas soltas que ficaram dos volumes anteriores são agora compreendidas, com uma história a decorrer dentro das características que cativaram milhares de leitores em todo o mundo, incluindo Portugal: um mundo fantástico e uma acção que decorre com vários momentos de tensão e suspense, que tornam a sua leitura absolutamente excitante e compulsiva. Chegou às livrarias a 10 de Fevereiro passado.
Como já foi dito no início, foi a partir de uma colecção pessoal de fotografias vintage que Ransom Riggs partiu para a criação deste surpreendente best-seller. Várias dessas fotografias podem ser apreciadas ao longo dos vários capítulos desta obra, podendo provocar, algumas delas, verdadeiros arrepios.
Neste volume, acompanhamos Jacob Portman, o herói que viajou no tempo para encontrar as crianças peculiares, explora a sua peculiaridade e descobre um poder até então desconhecido. Acompanhado de Emma Bloom, a rapariga que consegue produzir fogo com as mãos, e Addison MacHenry, um cão capaz de localizar qualquer peculiar, parte numa viagem ao passado para tentar salvar os seus amigos peculiares… e o futuro de todos eles. Defrontam um exército de monstros assassinos que culmina numa batalha épica pelo futuro das crianças peculiares. A aventura que começou em O Lar da Senhora Peregrine para Crianças Peculiares e que continuou em Cidade sem Alma chega agora a uma emocionante conclusão em Biblioteca de Almas.
 
Sobre o autor: Ransom Riggs cresceu na Florida, mas vive agora numa terra cheia de crianças peculiares: Los Angeles. Começou desde cedo a ler histórias de terror e a ver comédias britânicas na televisão, o que pode explicar o seu estilo também peculiar. Além da escrita, as suas paixões são o cinema, a fotografia e viajar.

Guimarães, a Cidade Berço

De que adianta sabermos e denunciarmos a corrupção? Começa tudo na mesma...


  • Aos 32 minutos, Jardel pontapeia um adversário; sem bola é vermelho. Não aconteceu nada.
  • No final do jogo, Luisão arranca um adversário do chão: nada de amarelo
  • Salvio comete um penalty à boifica: bola na mão ou mão na bola. Já sabem  qual foi a decisão ... Nada aconteceu

e já agora, o primeiro golo dos encornados surge deste fora-de-jogo:


TUDO NA MESMA, PORTANTO

Assim um bocadinho para o assustador...

Bob: i can i i everything else . . . . . . . . . . . . .      Alice: balls have zero to me to me to me to me to me to me to me to me to

Esta algarviada corresponde a, nem mais nem menos, duas linhas de um diálogo recente entre bots do facebook, que dialogavam livremente.
 
Rapidamente estavam já a falar o seu próprio dialecto que os humanos não conseguiam entender. Os alarmes soaram e os investigadores do facebook tiveram de os desligar.
 
Assim, de súbito, lembramos o filme 2001. odisseia no Espaço e exactamente o que Dave fez ao supercomputador HAL 9000.
 

Comprando camisinha

Encornados confirmam: os emails são verdadeiros

NO LIXO DA MANHÃ:
PORCOS ENCORNADOS NÃO OS DESMENTEM: OS EMAILS SÃO VERDADEIROS !
 
Ficamos a saber que os encornados contrataram "4 - Q U A T R O  -  DAS MAIS CONCEITUADAS SOCIEDADES DE ADVOGADOS DE lisboa, QUIÇÁ DE PORTUGAL  para assim instaurar um processo-crime contra Pinto da Costa, a SAD do FC Porto e o Porto Canal, aos quais vai exigir um total de 50 milhões de euros, no caso dos e-mails trocados entre dirigentes benfiquistas. A notícia é do panfleto lisboeta lixo da manhã, que adianta que os lampiões ponderam acusar o clube rival de CONCORRÊNCIA DESLEAL (ha ha ha ha ha ha ha), leram bem concorrência desleal, acesso ilegítimo a correspondência privada, difamação e violação do segredo de negócio.
Alegam para isso que terão efectuado uma peritagem do seu sistema informático que indicia que os e-mails chegaram ao FC Porto devido a um ataque pirata e não a uma fuga interna.
 
Esta notícia surge como almofada e desvio de atenções e a habitual pressão pública e política pois ao mesmo tempo o DIAP de Lisboa está a investigar o mesmo boifica por CRIMES DE CORRUPÇÃO DESPORTIVA.

Entretanto, o caso dos e-mails já começa a fazer vítima internamente: o comentador e director de conteúdos da BTV, Pedro Guerra, foi expulso das suas funções no canal boifiquista. A notícia foi avançada pela Sábado esta quinta-feira, que explica ainda que tal se deve ao seu papel nos e-mails divulgados no Porto Canal, pelo director de comunicação do FC Porto, Francisco J. Marques bem como por ser parte activa da cabeça do polvo encornado que, como todos já percebemos, assentando numa vergonhosa teia de interesses desportivos e políticos manipula resultados desportivos e coage os diversos actores, desde comentadores, árbitros, delegados, treinadores e jogadores no sentido do favorecimento desportivo do clube lampião.

Impunidade Futebol Clube

Estamos todos lembrados da comoção nacional provocada pela morte de um adepto do Sporting na véspera de um escaldante jogo, em Alvalade, contra o benfica. Bem, comoção talvez seja uma palavra demasiado forte, na medida em que nem sequer foi admitida a hipótese de cancelar a partida. Vamos chamar-lhe antes sururu, que é mais condizente com a carga dramática colocada no episódio. Luís Miguel Pina foi indiciado pelo crime de homicídio simples, por ser suspeito de atropelar, mortalmente, um elemento da falange de apoio leonina. E de ter abandonado o local sem prestar auxílio. O detido pertencia à claque "No Name Boys" e tinha um apreciável cadastro criminal.

Estamos todos lembrados do caso do very-light no Estádio do Jamor, que, em 1996, resultou na morte de Rui Mendes, também ele adepto do Sporting. Hugo Inácio, o comprovado autor do arremesso fatal, foi detido, cumpriu pena e andou 11 anos fugido à Justiça. Mais recentemente, foi surpreendido na posse de uma tocha no exterior do Estádio da Luz, tendo sido condenado a uma pena de três anos de prisão efectiva.

Como Luís Miguel Pina, Hugo Inácio também era membro dos "No Name Boys", claque-fantasma afecta ao benfica e uma das mais problemáticas no universo dos grandes clubes. Um e outro protagonizaram, porventura, os casos mais graves da história recente do futebol português. Um e outro, porém - e a crer nas palavras do presidente dos encarnados, Luís Filipe Vieira -, são apenas benfiquistas com cartão de sócio com uma boa projecção de voz e uma natural apetência para a escaramuça. E que, como tantos outros, quando vão aos jogos em casa, gostam de ficar sempre na mesma bancada. Pelo convívio.

Acontece que, desde 2009, a lei obriga a que todas as claques estejam registadas. E a não observância deste princípio pode culminar, no limite, numa penalização acessória de jogos à porta fechada, caso se comprove que os tais grupos receberam apoio do clube a que estão afectos.

Depois de o JN noticiar que o Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) tinha notificado as águias de que estavam impedidas de realizar jogos em casa (entre outras razões, por permitirem a entrada de tarjas e bandeiras a certos magotes organizados de adeptos - não confundir com claques), o benfica reagiu com a naturalidade que lhe é dada, há anos, pela impunidade. O jogo da primeira jornada com o Braga ia mesmo ter lugar e tudo seria resolvido num instantinho. E foi: em 24 horas, a interdição foi levantada, sem se perceberem exactamente os fundamentos que levaram à decisão.

O problema de fundo mantém-se: o clube com mais adeptos em Portugal não reconhece, por mero calculismo e com a conivência das autoridades, as claques que o país inteiro vê na televisão a apoiá-lo. E isto, por mais ridículo que seja, só significa uma coisa: quem pode, manda. Neste ensaio sobre a cegueira, as lágrimas dos que, no futuro, chorarem a morte de mais adeptos terão sempre o gosto amargo da hipocrisia.

E agora, os esquerdalhos não berram? Dívida pública atinge novo máximo e aproxima-se dos 250 mil milhões